Compartilho dois vídeos do Professor Elie Bajard, doutor em linguística, para inspirar-nos no incentivo à leitura:
domingo, 28 de julho de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Experiências Inovadoras na Educação - José Pacheco
Penso que não existe fórmula mágica para fazer uma educação inovadora. Assim, como em qualquer profissão, o professor precisa estar inteiro no trabalho com os alunos, ser pesquisador, gostar de ler, estudar, planejar, observar os saberes dos seus alunos,olhar o que esta entre o papel e a caneta e propor boas situações de aprendizagem... só com isso já fará uma educação inovadora.
Avante!
Débora M.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Dica de Leitura
Já sabemos que ler é importante... Compartilho dois títulos que as crianças curtem e convida-nos a pensar sobre as diferenças
Texto de André Neves convida o leitor a descobrir onde caminha os pensamentos de Tom.
O irmão de Tom é quem nos acompanha nessa viagem com questionamentos e reflexões que logo são compreendidas.
Tom - Projeto Editora
Autor - André Neves
"Uma Meia Azul" é uma encantadora história sobre Teo Leo que é igual os outros meninos: gosta de pular, gosta de cavar buracos na terra, gosta de comer minhocas... (Espera aí! Comer Minhocas?).. e que ousa ser diferente.
Texto de André Neves convida o leitor a descobrir onde caminha os pensamentos de Tom.
O irmão de Tom é quem nos acompanha nessa viagem com questionamentos e reflexões que logo são compreendidas.
Tom - Projeto Editora
Autor - André Neves
"Uma Meia Azul" é uma encantadora história sobre Teo Leo que é igual os outros meninos: gosta de pular, gosta de cavar buracos na terra, gosta de comer minhocas... (Espera aí! Comer Minhocas?).. e que ousa ser diferente.
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Uma Meia Azul - Brinque-Book
Autor - Emily Ballou
Ilustrações: Stephen Michael King
|
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Bem-Vindo 2013!
Que em 2013 seja possível colocar em práticas nossas promessas e escolhas para o Ano Novo com justiça, dignidade, respeito e muito diálogo.
Lembrando que "Para construir um mundo novo precisamos de um homem novo."(Herculano Pires). "Novo" no sentido de "novas" ações para as escolhas, "novas" posturas, "novas descobertas", "novos" olhares, "novo" olhar para o século XXI, "novas" ações com responsabilidade... deixar de fazer o mais do mesmo... ;-)
Avante 2013!
Feliz 2013!
Foto: Hugo Martins - Pequena Grande alma | Lençóis Chapada Diamantina - BA
Lembrando que "Para construir um mundo novo precisamos de um homem novo."(Herculano Pires). "Novo" no sentido de "novas" ações para as escolhas, "novas" posturas, "novas descobertas", "novos" olhares, "novo" olhar para o século XXI, "novas" ações com responsabilidade... deixar de fazer o mais do mesmo... ;-)
Avante 2013!
Feliz 2013!
Foto: Hugo Martins - Pequena Grande alma | Lençóis Chapada Diamantina - BA
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Sobre, Sobre, Sobre...
Lendo, lendo, lendo, refletindo, refletindo, refletindo encontrei algumas palavras de Paulo Freire, no Pedagogia da Autonomia :
Como ser educador, sobre tudo numa perspectiva progressista, sem aprender, com maior ou menos esforço, a conviver com os diferentes? Como ser educador, se não desenvolvo em mim a indispensável amorosidade* aos educandos com quem me comprometo e ao próprio processo formador de que sou parte? (p.67)
*lembrando que amorosidade não é sinônimo de ser pai e mãe dos alunos
É preciso olhar a prática pedagógica, especialmente as repetidas incansavelmente por anos, anos e anos.
Seguimos...
Débora M.
Seguimos...
Débora M.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Formação sem fragmentação!
Desafio difícil, mas possível: é necessário um plano de formação de acordo com a necessidade formativa de cada segmento (educação infantil, ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio) garantindo a continuidade (ou iniciando) do projeto pedagógico da escola sem fragmentação. (Débora M.)
foto by Hugo Martins
foto by Hugo Martins
terça-feira, 13 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Aprender a Aprender
Aprender a aprender, aprender fazendo, aprender errando,aprender observando,aprender com parceria, aprender respeitando o percurso de cada um são desafios difíceis, mas totalmente possíveis.
Os caminhos podem ser diferentes, mas os "combinado" e os objetivos precisam ser o mesmos.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Eu sei, mas não devia
Eu sei, mas não devia. E como bem disse a querida Ana Paula Alves: E, qualquer semelhança, não é mera coincidência.
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.(1972)
Marina Colasanti nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.
Marina Colasanti
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.(1972)
Marina Colasanti nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.
Fonte: Releituras
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Para as pessoas que não pensam nas consequências de postar algo na internet
O vídeo que segue proporciona boa relfexão com os alunos sobre as redes sociais e os compartilhamentos:
- velocidade das informações
- quem lê o que postamos?
- será que é possível apagar as informações compartilhadas?
- escolha das informações que compartilhamos
- virtual x real
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
O que é um Wiki?
Gostei e compartilho! Uma boa sugestão para organizar os registros pedagógicos.
Saiba mais em Tutorial Wiki
Saiba mais em Tutorial Wiki
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Avaliar para...
Avaliar para...
- para diagnosticar o nível de aprendizagem de cada aluno
- para diagnosticar o desempenho de um conjunto de alunos
- para analisar a avaliação da aprendizagem
- para ter resultados para melhorar a qualidade da educação escolar
- para melhorar a aprendizagem dos alunos
- para rever o projeto pedagógico e o plano de trabalho do professor
- para melhorar a qualidade das aprendizagens
- para uma ação reflexiva
- para saber onde está a dificuldade do aluno e intervir
- para aprimorar o processo educativo
- para aproximar professor-aluno
- para replanejar
- para aprimorar o processo formativo
- para refletir a respeito da produção de conhecimento do aluno e enriquecer o saber para uma ação avaliativa mediadora
- para subsidiar as política públicas
- para estabelecer as metas de aprendizagem
- para subsidiar a elaboração de diagnósticos sobre a realidade educacional
- para auxiliar os governantes nas decisões e no direcionamento dos recursos
- para assegurar a transparência das informações
- para formar
Abraços,
Débora
sábado, 15 de setembro de 2012
Formação - Cidades dos Meninos - Parte 1
Educadores,
Nosso encontro de hoje no Centro de Educação Integrada Cidade dos Meninos foi muito produtivo! Tivemos boas reflexões e elementos para aprimorar a prática pedagógica.
Compartilho os vídeos que assistimos e em breve publicarei as atividades que vocês planejaram com as devidas sugestões.
Como diz Abramowicz:
"A escola não pode tudo, mas pode mais. Pode acolher as diferenças. É possível fazer uma pedagogia que não tenha medo da estranheza, do diferente, do outro. A aprendizagem é destoante e heterogênea. Aprendemos coisas diferentes daquelas que nos ensinam, em tempos distintos, (...) mas a aprendizagem ocorre, sempre. Precisamos de uma pedagogia que seja uma nova forma de se relacionar com o conhecimento, com os alunos, com seus pais, com a comunidade, com os fracassos (com o fim deles), e que produza outros tipos humanos, menos dóceis e disciplinados." (ABRAMOWICZ, 1997)
Como diz Abramowicz:
"A escola não pode tudo, mas pode mais. Pode acolher as diferenças. É possível fazer uma pedagogia que não tenha medo da estranheza, do diferente, do outro. A aprendizagem é destoante e heterogênea. Aprendemos coisas diferentes daquelas que nos ensinam, em tempos distintos, (...) mas a aprendizagem ocorre, sempre. Precisamos de uma pedagogia que seja uma nova forma de se relacionar com o conhecimento, com os alunos, com seus pais, com a comunidade, com os fracassos (com o fim deles), e que produza outros tipos humanos, menos dóceis e disciplinados." (ABRAMOWICZ, 1997)
Abraços e até breve.
Débora Martins
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Em tempos de tecnologia...
Compartilho o vídeo Educação: “Novas práticas para estimular o aprendizado
e a criatividade” (14:41), que propõe
algumas reflexões sobre as novas tecnologias nas escolas:
- Em tempos de tecnologia, onde a escola está?
- Quando falamos de tecnologia na escola, nós estamos falando de laboratório de informática como apêndice: para imprimir um texto, para acessar a internet em busca de conhecimento, para realizar atividades para sala de aula, para buscar imagens, etc. Mas nós não estamos falando das novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem do aluno (foco na aprendizagem).
domingo, 2 de setembro de 2012
Parceria Escola-Família
Um dos nossos desafios em relação a parceria é afetar os nossos alunos e suas famílias, potencializar o que cada um tem de melhor aliado ao currículo e planejamento proposto e estabelecer uma linguagem afetiva (afetiva na perspectiva de afetar o outro).
Muitas vezes falamos para um grupo imenso de pais e esquecemos que cada um está compreendendo de uma maneira. Por isso, é importante pensar o pensamento do outro, sentir o que o outro sente e estabelecer o diálogo não só de depositar ideias "na cabeça do outro" e sim, de trocá-las com encaminhamentos de ações possíveis para o bom andamento do trabalho.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Para intervir...
Para intervir, é preciso compreender. A educação, como muitos outros setores da vida em sociedade, está em crise. Importa analisar os contornos da crise, perceber os fatores que estão na sua gênese, congregar esforços e intervir sistemática e coerentemente. (p.15)
Isabel Alarcão - Professores Reflexivos em uma Escola Reflexiva - Editora Cortez
Isabel Alarcão - Professores Reflexivos em uma Escola Reflexiva - Editora Cortez
domingo, 26 de agosto de 2012
La Educación Prohibida
La Educación Prohibida é um documentário, produzido por diversos países latino-americanos, questionando a forma como sistemas tradicionais de ensino estão organizados e como alunos e professores se vêem nele.
Vale a pena assistir!!!
Propõe reflexões interessantes sobre a educação, concepção e novas posturas necessárias para a educação do século XXI.
>>>>Distribuído em licença em Creative Commons 3.0,permite a reprodução total ou parcial, cópia, modificação, tradução, redistribuição e exibição pública para fins não lucrativos.
Vale a pena assistir!!!
Você pode acessar:
Sitio Web Oficial: http://www.educacionprohibida.com
Facebook: http://www.facebook.com/laeducacionprohibida
Twitter: @EdProhibida / #YoViLep
Assistir aqui:
Twitter: @EdProhibida / #YoViLep
Assistir aqui:
No blog Leitura e Escrita da Fátima Franco encontrei algumas dicas para baixar e salvar o vídeo:
1- Vá até o YouTube onde o vídeo está hospedado. Clique em compartilhar e copie o link.Tá aqui.
2- Depois vá ao site do Zamzar, para converter o vídeo.Aqui.
3- No passo 1, escolha URL e cole o link do vídeo.No passo 2 escolha o formato que você quer converter.Escolha video formats e clique em mpg (Neste formato o vídeo roda em computadores e em aparelhos de vídeos caseiros).No passo 3, digite seu e-mail e depois clique em convert.
4-Vai aparecer uma barrinha abaixo, no site, sendo preenchida e indicando que o vídeo está sendo carregado. Não feche a página, para não perder tudo.Aguarde!
5- Depois de um tempinho você receberá um e-mail, com o link para salvar o vídeo no formato que você escolheu.Pode clicar sem sustos.
6- O link vai te levar para a página do Zamzar para você fazer o download.
7-Faça o download salvando o vídeo no seu computador.Reserve uma pasta para isto: Meus vídeos, por exemplo.
Fonte: Blog Tecnologias na Educação
1- Vá até o YouTube onde o vídeo está hospedado. Clique em compartilhar e copie o link.Tá aqui.
2- Depois vá ao site do Zamzar, para converter o vídeo.Aqui.
3- No passo 1, escolha URL e cole o link do vídeo.No passo 2 escolha o formato que você quer converter.Escolha video formats e clique em mpg (Neste formato o vídeo roda em computadores e em aparelhos de vídeos caseiros).No passo 3, digite seu e-mail e depois clique em convert.
4-Vai aparecer uma barrinha abaixo, no site, sendo preenchida e indicando que o vídeo está sendo carregado. Não feche a página, para não perder tudo.Aguarde!
5- Depois de um tempinho você receberá um e-mail, com o link para salvar o vídeo no formato que você escolheu.Pode clicar sem sustos.
6- O link vai te levar para a página do Zamzar para você fazer o download.
7-Faça o download salvando o vídeo no seu computador.Reserve uma pasta para isto: Meus vídeos, por exemplo.
Fonte: Blog Tecnologias na Educação
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Estudantes X Projetos X Verbas Públicas
Uma aluna da ETEC Lauro Gomes - São Bernardo do Campo, abordou-me no farol solicitando uma colaboração($) pois sua turma deseja fazer um projeto e as instituição não tem condições de auxiliar. Perguntei se a escola não possui algum tipo de verba já que é pública e certamente, pelo menos no meu entendimento, deveria receber auxilio do governo estadual/federal. Ela respondeu que o problema é que a instituição recebe 8 mil reail para 6 mil alunos.
De alguma forma os alunos querem estudar e buscar novos conhecimentos, mas será que é a melhor maneira? E os gestores e professores da ETEC, validam a atitude da turma?
Professores do ensino médio e profissionalizante e candidatos, o que pensam sobre o assunto?
O que quero com essa informação é pensar a qualidade da educação pública e não defender esse ou aquele partido político.
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