sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Para intervir...
Isabel Alarcão - Professores Reflexivos em uma Escola Reflexiva - Editora Cortez
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Revista Educação Pública
- Como anda o hábito da leitura... digital? - como os e-books se popularizaram entre os jovens no Brasil
- Tendências pedagógicas: o que são e para que servem - a contribuição das tendências pedagógicas.
- Discutindo - criado para que os professores troquem ideias e sugestões entre si. A pergunta em destaque é: Por que você escolheu a profissão de educador?
sexta-feira, 30 de março de 2012
Maria do Pilar Lacerda: proposta de um currículo nacional
quarta-feira, 28 de março de 2012
Olhar do Aluno!
quinta-feira, 15 de março de 2012
Dicas de Filmes sobre diversidade e educação
Primeiro da Classe - Sindrome de Tourette
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Livros sobre políticas públicas na educação para download
- Institutos Federais - Uma Revolução na Educação Profissional e Tecnológica
- A Revolução Republicana na Educação - Ensino de Qualidade para todos
- A Urgência na Educação
- Políticas Sociais - Ideias e Prática
- Da CONAE ao PNE 2011 - 2020 - Contribuições do Conselho Nacional de Educação
- Por um Sistema Nacional de Educação
- Políticas Educacionais - Sugestões para melhorar a educação básica: estudo comparativo entre a Espanha e o Brasil
- Escolas de Valor - um retrato de seis experiências bem -sucedidas na educação pública brasileira
- Qualidade na Educação - A luta por melhores escolas em São Paulo e Nova York
Quer mais?
- Free eBooks by Project Gutenberg - @educacaolivrepp Free eBooks by Project Gutenbergfb.me/11wL3v8EK
- Baixe mais de 100 livros acadêmicos disponibilizados pela Universidade Paulista de São Paulo (Unesp)
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Cursos: Formação de Governantes e Formação Cidadã
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Educação a Distância - José Manuel Moran
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Seminário Inovação e Qualidade na Formação Inicial de Professores
Em comemoração ao seu 10º aniversário, o Instituto Singularidades traz a público uma reflexão importante para a atualidade brasileira: onde, como e com quais estratégias é possível tornar a carreira docente mais eficaz e atrativa em nosso país? Por isso, realizará o Seminário Inovação e Qualidade na Formação Inicial de Professores, nos dias 7 e 8 de novembro deste ano, em São Paulo.
Confira aqui
terça-feira, 5 de julho de 2011
Pedagogia da Ajuda
Um trecho sobre o que acontece com as professoras ( a maioria mulheres na profissão…) nas formações no olhar de Moacir Gadotti:
“(...) quase sempre, ou encontram receitas tecnocráticas que causam ainda maior frustração, ou encontram profissionais da “pedagogia da ajuda”, que encantam com suas belas e sedutoras palavras, fazem rir enormes plateias numa catarse coletiva. E voltam vazias como entraram depois de assistirem ao show desses falsos pregadores da palavra. Voltam com a mesma pergunta: “O que estou fazendo aqui?” – “Por que não procuro outro trabalho?” – “Para que sofrer tanto?” – “Por que,para que ser professor?”.”(p.22)
Moacir Gadotti - Boniteza de um sonho – Ensinar e aprender com sentido – 2ª edição.
sábado, 9 de abril de 2011
Parabéns Santo André
segunda-feira, 28 de março de 2011
História da Educação em São Paulo
Arquivo Público digitaliza mais 4 mil documentos sobre a História da Educação em São Paulo
Ilustrações, fotos e relatórios estão disponíveis no site temático “Memória da Educação”
Um novo conjunto de documentos do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil, já está disponível no site temático “Memória da Educação”. São mais 4 mil ilustrações, fotografias e relatórios que revelam detalhes da história escolar no Estado de São Paulo nos séculos XIX e XX. Com a inclusão do material sobe para 25 mil o número de documentos relativos à educação digitalizados pelo Arquivo.
No endereço http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao podem ser acessadas informações sobre o ensino no interior do Estado, com destaque para documentos inéditos das regiões de Campinas, Araraquara, Casa Branca, Guaratinguetá e Santa Cruz do Rio Pardo. Os relatórios, elaborados pelas Delegacias Regionais de Ensino, tratam de assuntos referentes às atividades administrativas e pedagógicas das escolas da época: quadro de funcionários e funções, quantidade de classe e matrícula ofertadas em escolas, gráficos demonstrativos do desempenho dos alunos por município, fotografias das atividades escolares, condições físicas dos prédios, entre outras.
Toda a documentação utilizada (cerca de 9 km lineares) faz parte do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. O site será atualizado periodicamente, com a inclusão de mais documentos sobre a História da Educação. Completam a página alguns artigos publicados pelo o Arquivo Público sobre o tema.
Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo
O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Sua função é formular uma política estadual de arquivos e recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista.
A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 6 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.
Informações para a imprensa com Veronica Cristo ou Raphael Dagaz pelo telefone (11) 2089-8124 ou pelo e-mail comunicacao@arquivoestado.sp.gov.br
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O Coordenador Pedagógico na Escola
Celso Vasconcellos: coordenador pedagógico deve estar sempre atento à realidade escolar
O coordenador pedagógico deve acolher, provocar, subsidiar e interagir com os professores.
Autor: Arquivo pessoal
Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em história e filosofia da educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), Celso dos Santos Vasconcellos é pedagogo, filósofo, pesquisador, escritor, conferencista, e professor convidado de cursos de graduação e pós-graduação.
Em entrevista ao Jornal do Professor, ele aborda, entre outros temas, o papel do coordenador pedagógico na escola, as principais atividades que realiza, e os maiores desafios que enfrenta. Para ele, a formação do coordenador pedagógico deve incluir, em primeiro lugar, uma boa formação como educador, para acrescentar, depois, uma formação específica para a coordenação pedagógica, com aprofundamento em gestão escolar, planejamento, projeto político-pedagógico, trabalho de grupo, supervisão.
“Se desejamos avançar na conquista de uma educação de qualidade social democrática, temos de investir, com toda a urgência, na formação dos professores em geral e da coordenação pedagógica em particular”, defende.
Jornal do Professor – Qual o papel do coordenador pedagógico na escola?
Celso dos Santos Vasconcellos – O horizonte que vislumbro para o coordenador pedagógico é o do intelectual orgânico, qual seja, aquele que está atento à realidade, que é competente para localizar os temas geradores (questões, contradições, necessidades, desejos) do grupo, organizá-los e devolvê-los como um desafio para o coletivo, ajudando na tomada de consciência e na busca conjunta de formas de enfrentamento. O intelectual orgânico é aquele que tem um projeto assumido conscientemente e, pautado nele, é capaz de despertar, de mobilizar as pessoas para a mudança e fazer junto o percurso. Em grandes linhas cabe ao coordenador fazer com sua “classe” (os seus professores) a mesma linha de mediação que os professores devem fazer em sala: acolher, provocar, subsidiar e interagir.
JP – Quais as principais atividades por ele desenvolvidas?
CSV – Coordenar a elaboração e a realização interativa do projeto político-pedagógico da escola (PPP); elaborar o seu plano setorial, qual seja, o projeto de trabalho da coordenação pedagógica; colaborar com os professores na construção e realização interativa do projeto de ensino-aprendizagem/plano de ensino, assim como dos planos de unidade, sequências didáticas, projetos de trabalho, semanários, planos de aula; coordenar as reuniões pedagógicas semanais (hora-atividade, horário de trabalho pedagógico coletivo); acompanhamento individual dos professores (supervisão não com sentido de controle autoritário, mas de “outra” visão); puxar para o todo (superando o foco muito localizado de cada professor); participar da educação da mantenedora e da comunidade, etc.
Um dispositivo institucional fundamental para favorecer a concretização do PPP e a atividade da coordenação é o trabalho coletivo constante, a hora-atividade, o tempo coletivo dos educadores na escola, com a presença da direção, coordenação e professores. Fica muito difícil o trabalho da coordenação quando não há este espaço coletivo constante, pois é aqui que as coisas são amarradas, as avaliações feitas, as metas estabelecidas (ex.: alfabetização, diminuição da evasão, do insucesso ao fim do ciclo, etc.) monitoradas, as intervenções pensadas coletivamente.
Para mudar a escola —e a sociedade— precisamos de pessoas e estruturas, estruturas e pessoas. Não pode haver dicotomia. O PPP e o trabalho coletivo constante são instrumentos que ajudam as pessoas na tão necessária luta pela melhoria da qualidade da prática pedagógica. Sem este espaço, o coordenador corre um sério risco de virar “bombeiro”, “quebra-galho”, “burocrata”, tendo uma ação fragmentada.
JP – Quais os maiores desafios enfrentados pelos coordenadores pedagógicos na realização de seu trabalho na escola?
CSV – Para mim, o maior desafio que a coordenação pedagógica encontra hoje é o desmonte —objetivo e subjetivo— dos professores (mal-estar docente, burnout – síndrome de desistência do professor, demissão em ação, desânimo). Tal situação é fruto de uma histórica e perversa armadilha muito bem montada para o professor que envolve cinco fatores:
1. Desmonte docial, em particular da família;
2. currículo disciplinar instrucionista e avaliação classificatória e excludente;
3. condições precárias de trabalho;
4. formação frágil;
5. justificativas ideológicas para o fracasso dos alunos que isentam de responsabilidade tanto os professores quanto os mantenedores.
É preciso muita clareza e determinação para ajudar os colegas na tomada de consciência desta situação (que é vivida, mas não compreendida), assim como na tomada de consciência e ocupação da sua Zona de Autonomia Relativa, conceito que desenvolvo no livro Currículo: a Atividade Humana como Princípio Educativo.
JP – Muitas escolas costumam realizar uma semana pedagógica no início de cada ano letivo. Qual a importância da realização dessa atividade?
CSV – Se entendermos o planejamento como um processo, podemos afirmar que estaremos planejando durante todo o ano. Por que, então, o destaque a este momento? Existem algumas peculiaridades:
Início de ano: princípio de processo, onde decisões importantes podem ser tomadas; estabelecer rumos; assumir compromissos; organizar trabalho; ter visão de conjunto. Estamos acostumados a pensar baseados no paradigma cartesiano-newtoniano, de cunho positivista e simplista (determinismo, relação linear de causa e efeito); sabemos que, muito frequentemente, na vida humana concreta não é assim que as coisas funcionam. Precisamos desenvolver outras formas de representação mental, inclusive novas metáforas. Neste sentido, lembro das contribuições da Teoria do Caos: em sistemas turbulentos de alta complexidade (e a educação escolar, embora em outra referência no plano existencial, com certeza é um deles), uma pequena alteração no início do processo pode provocar uma grande mudança na trajetória;
Maior coletivo: possibilidade de reunir um grupo maior de educadores, fato nem sempre possível nas horas-atividades/horário de trabalho pedagógico coletivo no decorrer do ano;
Duração: maior tempo de reunião, em função de não haver atividade com alunos, o que possibilita tanto a abordagem de um leque maior de temas quanto o seu maior aprofundamento.
JP - Em sua opinião, quais os pontos que devem ser abordados durante as semanas pedagógicas?
CSV – Basicamente: retomar o projeto político-pedagógico, isto é, fazer memória do marco referencial (fonte de sentido do trabalho), revisar o diagnóstico e refazer a programação; revisão das normas de convivência da escola; elaboração dos projetos de ensino-aprendizagem/planos de ensino por parte dos professores; distribuição das aulas (sendo que os melhores professores devem ficar com anos iniciais); programação da primeira reunião de pais; preparação das salas de aula para receber com todo carinho os alunos no primeiro dia de aula.
JP - Qual o tipo de formação mais adequada para se preparar um bom coordenador pedagógico?
CSV – Primeiro, uma boa formação como professor, como educador, o que envolve as três grandes dimensões da atividade docente: trabalho com conhecimento, organização da coletividade (construção da disciplina em sala de aula) e relacionamento interpessoal. Depois, a formação específica para a coordenação pedagógica, com aprofundamento em gestão escolar, planejamento, projeto político-pedagógico, trabalho de grupo, supervisão (acolhimento, acompanhamento, orientação, etc).
JP - As instituições de ensino superior conseguem formar bons coordenadores pedagógicos? Ele sai preparado para o exercício de suas atividades ou isso ocorre mesmo é no dia-a-dia?
CSV – Entendo que, de partida, há um gravíssimo problema na formação do professor; além disto, há sérias limitações na formação do coordenador pedagógico. Muitas vezes, tem-se a visão de que o problema da formação docente está na necessidade de atualização: tecnologias da comunicação e informação, inclusão, diversidade, transdisciplinaridade, etc. Não temos a menor dúvida desta demanda. Todavia, antes de mais nada, é preciso a tomada de consciência de que este despreparo passa por um aspecto absolutamente elementar de sua atividade: a didática, o processo de ensino-aprendizagem.
Nas formações continuadas, quando perguntamos aos professores quais as exigências básicas para a aprendizagem dos alunos, são raros os que apontam o conjunto das exigências e, de um modo geral, não sabem justificar o porquê da exigência apresentada (sabem que se trata de um aspecto importante na aprendizagem, porém não sabem justificá-lo).
Se fôssemos aplicar com os professores o mesmo critério que utilizam com alunos (exigir no mínimo 50% de acerto), apenas 20% seriam aprovados, pois, das seis exigências essênciais, na perspectiva interacionista, 80% colocam duas ou menos; há professores que respondem frente e verso e não apontam sequer uma categoria epistemológica; falam da função da escola, da formação da cidadania, etc., só que não é isto que está sendo perguntado!
Nesta mesma direção aponta pesquisa do professor Fernando Becker (A Epistemologia do Professor): o despreparo dos docentes para um dos aspectos nucleares de sua atividade —o processo de conhecimento—, é tal que estranham serem indagados a respeito de como seus alunos conhecem, chegando mesmo um professor a afirmar “Te confesso que nunca tinha pensado nisso”. O que estará fazendo em sala um professor —e sabemos perfeitamente que não é um caso isolado— que sequer compreende como seu aluno aprende? Muito provavelmente não será construção do conhecimento, mas mera transmissão.
Se desejamos avançar na conquista de uma educação de qualidade social democrática, temos de investir, com toda a urgência, na formação dos professores em geral e da coordenação pedagógica em particular.
Fonte: Portal do professor – Edição 50
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Formação X Equipe Gestora X Rede Social
Quem disse que as redes sociais não possibilitam reflexões e trocas sobre a educação?
Compartilho uma pequena conversa enviada pelo twitter e respondida no facebook por Thays Abreu.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Twitcam: Aprender com Projetos e Caldeirão de Ideias
O Aprender com Projetos e o Caldeirão de Ideias preparam uma ocasião especial para você. No dia 20/01/2011, 5a feira, às 21h (horário de Brasília), será feita uma entrevista em vídeo online por twitcam no @aprendaprojetos com Robson Freire do Caldeirão de Ideias. O tema da conversa será “Um Caldeirão de Ideias para 2011″. Robson Freire contará um pouco sobre ideias para tecnologia na educação e dividirá as novidades mais bacanas do blog originalmente do NTE de Itaperuna-RJ com todos nós. O blog existe desde 2006 e acumula prêmios e parcerias. Você também pode fazer sua pergunta. Quais as suas ideias de projetos educativos em 2011? Quais suas dúvidas sobre tecnologias na educação? Você conhece a Aprendizagem Baseada em Projetos?
Fonte: Aprender com Projetos
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
IX Encontro de Pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação:Currículo/PUC-SP
Comemoração dos 35 anos do Programa de Educação: Currículo e IX Encontro de Pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo da PUC-SP
O encontro de Pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo tem se notabilizado por ser um momento privilegiado no qual a produção discente de mestrandos e doutorandos é socializada e debatida por pares discentes e professores. Objetiva-se nesse encontro, a socialização e o aprofundamento de temas relacionados ao currículo, de modo a permitir o avanço das pesquisas em desenvolvimento, no Programa.
Programação:
16, 17 e 18/11 das 8h30 às 12h30 e das 14h às 18h
Local de realização:
16/11 das 8h30 às 12h30 e das 14h às 18h - Auditório Paulo de Barros Carvalho (sala 239)
17/11 das 8h30 às 12h30 - Auditório P65, Auditório Ricardo Sayeg (sala100), sala 52, 54, 56 e 58 e das 14h às 18h - Auditório Paulo de Barros Carvalho (sala 239)
18/11 das 8h30 às 12h30 - Auditório Ricardo Sayeg (sala 100) e das 14h às 18h Auditório P65 e Auditório Ricardo Sayeg(sala 100)
Campus:
Público Alvo:
Pesquisadores docentes e estudantes de pós-graduação e graduação.
Convidado(s):
Prof. Dr. Antonio Flávio Moreira - (Universidade Católica de Petrópolis)
Prof. Dr. Carlos Jamil Cury - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais- PUC/MG
Inscrições:
Inscrição / R$30,00.
Depósito identificado com o nome do evento:
Banco Bradesco S/A
Ag.: 3394-4
C/c: 132.220-6
Informações adicionais:
IX Encontro de Pesquisadores do Programa Educação: Currículo
Clique aqui para acessar "Chamada de Trabalhos
Promoção:
Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo da PUC-SP
Profaª. Dra. Ana Maria Saul
Para saber mais viste: http://www.pucsp.br/ e o Programa de Pós-Graduação em Educação:Currículo
domingo, 7 de novembro de 2010
Currículo da Educação Infantil: sugestões e críticas
Estamos na último semana para envio de sugestões, críticas e propostas para as Orientações Curriculares da Educação Infantil que tem como objetivo principal contribuir para o trabalho do professor.
Os documentos preliminares estão à disposição de gestores, conselheiros, técnicos, professores, pesquisadores e da comunidade para consulta e colaboração.
Envie sua mensagem diretamente ao autor e com cópia para consultapublicacoedi@mec.gov.br
Leia abaixo os textos:
O currículo na Educação Infantil: o que propõem as novas Diretrizes Nacionais?
Zilma de Moraes Ramos de Oliveira
As especificidades da ação pedagógica com os bebês.
Maria Carmen Silveira Barbosa
Brinquedos e brincadeiras na Educação Infantil
Tizuko Morchida Kishimoto
Relações entre crianças e adultos na Educação Infantil
Iza Rodrigues da Luz
Saúde e bem estar das crianças: uma meta para educadores infantis em parceria com familiares e profissionais de saúde.
Damaris Gomes Maranhão
Múltiplas linguagens de meninos e meninas no cotidiano da Educação Infantil
Márcia Gobbi
A linguagem escrita e o direito à educação na primeira infância
Mônica Correia Baptista
As crianças e o conhecimento matemático: experiências de exploração e ampliação de conceitos e relações matemáticas
Priscila Monteiro
Crianças da natureza
Léa Tiriba
Orientações curriculares para a Educação Infantil no Campo
Ana Paula Soares da Silva
Avaliações e transições na Educação Infantil
Hilda Micarello
Para saber mais visite o Ministério da Educação - MEC
Aprendizagem Baseada em Projetos – Instituto Crescer
O Instituto Crescer está realizando com o apoio da Intel@ Educar o curso Aprendizagem baseada em projeto que é uma proposta inovadora para a sala de aula.
Objetivo: preparar professores para trabalhar com projetos com seus alunos, engajando-os em atividades de aprendizagem significativa.
Duração: o tempo médio para realizar o curso é de 16 horas (sem fazer o projeto).
Certificação: o participante deverá passar por todo o conteúdo e encaminhar um projeto para validação. O projeto validado pelo especialista concederá a ele um certificado com carga horária de 40 horas.
Para saber mais visite o Blog sobre Aprendizagem Baseada em Projeto: http://aprendercomprojetos.wordpress.com/o-curso/
Atalho do Facebook
Sobre...
Livres para pensar...
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Quem sou eu
- Débora Martins
- São Bernardo do Campo, São Paulo, Brazil
- Professora, Pedagoga,Psicopedagoga, Mestranda em Educação, esposa, mãe,formadora de professores.





