segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Educação – Santo André

O Projeto de Lei nº 042/2009, que altera o Anexo I da Lei nº 6.833, de 15 de outubro de 1991, que dispões sobre o Estatuto do Magistério Municipal, deverá ser aprovado nos próximos dias.

A mudança prevê melhor organização a carga horária dos professores de educação infantil e ensino fundamental de forma a otimizar o trabalho docente e aproveitar adequadamente os recursos públicos.

O Poder Executivo Municipal acredita que a ampliação de uma hora diária na prestação do serviço educacional garantirá aos alunos das escolas municipais, ao final dos anos do ensino fundamental, o equivalente a mais um ano letivo de estudo, dando às nossas crianças a oportunidade de melhor assimilar os conteúdos de cada série. O professor poderá estreitar o vinculo com os alunos, investindo mais uma hora semanal no planejamento de suas atividades.

O Executivo aguarda que seja aprovada e transformada em lei na maior brevidade possível,nos termos do que preceitua o paragrafo 45 da Lei Orgânica do Município.

Acesse o PROJETO DE LEI Nº 042, DE 26.11.2009

Fonte: Prefeitura de Santo André (26 de novembro de 2009)

domingo, 29 de novembro de 2009

Lula defende mudanças no sistema de educação

28/11/2009 – 20h19

Lula defende mudanças no sistema de educação

KARLA LOSSE MENDES
colaboração para a Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu mudanças no sistema de educação e criticou os meios de comunicação por não apresentarem material educativo durante a inauguração do parque Cidade dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Bernardo do Campo Eurídice Ferreira de Mello --nome da mãe do presidente, também conhecida como dona Lindu.

Lula afirmou ainda no evento em São Bernardo do Campo (SP) que, para resolver questões como a da criança e do adolescente, é preciso uma mudança na educação. "Não é falta de lei, é falta de cultura. Não é trabalhar para ter um projeto de lei, é trabalhar nas escolas corretamente a formação das pessoas."

O presidente declarou que é preciso coragem para formar os cidadãos. "Se a gente tiver medo de ensinar o combate ao racismo na escola vai ficar mais difícil ensinar depois. Se a gente tiver medo de ensinar a educação sexual para os nossos filhos nas escolas, vai ficar muito mais difícil depois porque eles vão fazer aquilo que é próprio da natureza humana, muitas vezes por falta de uma explicação."

Lula criticou também a ausência de conteúdos educativos nos meios de comunicação. "Qual é a quantidade de minutos educativos [nos meios de comunicação]? É muito pouco porque o interesse é evidentemente comercial."

Após o evento, o presidente seguiu para a cerimônia de pré-estréia do filme "Lula, o Filho do Brasil" nos estúdios da Vera Cruz.

 

Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u659054.shtml

Para conhecer mais:

  1. Filme de Lula reúne cúpula petista em São Bernardo

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Incentivo à leitura

24/11/2009 - 21h45

SP quer distribuir 1 milhão de livros na rede municipal de ensino

da Livraria da Folha

A Prefeitura de São Paulo e a CBL (Câmara Brasileira do Livro) lançaram, nesta terça (24), a 3ª edição do projeto "Minha Biblioteca", com previsão de distribuir 1 milhão de livros para cerca de 500 mil alunos da rede municipal de ensino.

O evento, realizado na marquise do parque Ibirapuera, teve a participação de 500 alunos. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) disse que o projeto procura motivar os alunos da rede pública a criarem o hábito da leitura.

Alexandre Schneider, secretário municipal de Educação, afirmou que a parceria com a CBL permitiu a aquisição de livros por preços menores.

Na festa do programa "Minha Biblioteca", 13 grupos de estudantes de escolas públicas realizaram diversas atividades organizadas pela editoras integrantes do projeto, como minibiblioteca para leitura, contação de histórias, oficina de escrita, aula de pintura, dramatização de histórias, entre outras.

Para conhecer mais: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=33698

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Gestão do Esporte e do Lazer

Congresso Internacional de Gestão do Esporte e do Lazer
Dias 25, 26 e 27 de Novembro de 2009
SESC Vila Mariana

Com o intuito de discutir e refletir sobre aspectos relacionados à Gestão do Esporte e do Lazer, e considerando A Importância da Formação Profissional e do Desenvolvimento de Recursos Humanos na área, o Serviço Social do Comércio - SESC SP, a Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo - EEFEUSP e a International Sport and Culture Association - ISCA, com o apoio da Associação Brasileira de Gestão do Esporte - ABraGEsp, nos dias Realizam 25, 26 e 27 de Novembro de 2009, No SESC Vila Mariana, o Congresso Internacional de Gestão do Esporte e do Lazer.

PÚBLICO ALVO
Profissionais e estudantes das áreas, Educadores e Interessados em geral.

INFORMAÇÕES
Pelo telefone 5080-3008, de terça a sábado, das 10h às 19h, ou pelo e-mail: gestaodoesporte@vilamariana.sescsp.org.br

INSCRIÇÕES
Nas unidades do SESC ou faça sua linha Incrição -- Clique aqui
Vagas Limitadas

TAXA DE INSCRIÇÃO
R $ 40,00 (outros)
R $ 20,00 (usuário inscrito, +60 anos, estudante e professor da Rede pública de ensino)
R $ 10,00 trabalhador (no comércio de bens e serviços matriculado no SESC)

Ensino de Tempo Integral…

É importante filtrarmos as informações sobre o funcionamento das escolas de tempo integral. A implantação do ensino de tempo integral está previsto na LDB e fica a critério de cada sistema de ensino.

Vale lembrar que a escola tem responsabilidade social sobre os alunos.

 

Para estudar mais:

Lei de diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB)

Plano Nacional de Educação (PNE)

sábado, 21 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Projeto de contação de histórias

17/11/2009
Projeto de contação de história vai a 4 escolas

Os alunos das Escolas Estaduais Alfredo Bresser, Brasílio Machado, Ludovina Credídio e Victor Oliva participaram nos meses de outubro e novembro de uma programação especial que envolveu contação de histórias para os alunos do ensino fundamental. A Inmed Brasil desenvolve nestas instituições de ensino o programa Rede In_Formação, patrocinado pela GE Foundation.
A arte-educadora Aize Nasser Bartoli contou histórias e as interpretou, usando objetos simples do cotidiano como lenços coloridos, gaita e bonecos de borracha. “A imaginação das crianças é muito forte.”

Clique na imagem e continue lendo…

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

E.E.Alfredo Bresser faz 2ª Feira Literária

17/11/2009
Alfredo Bresser faz 2ª Feira Literária

O tema foi Gêneros Literários e abordou contos de fadas, fábulas, lendas e assombrações

A EE (Escola Estadual) Alfredo Bresser realizou na quinta-feira, 5 de novembro, sua 2ª Feira Literária. A escola mantém parceria com a Inmed Brasil, que desenvolve nesta instituição de ensino o programa Rede In_Formação, patrocinado pela GE Foundation.
A Feira Literária deste ano buscou desenvolver a criatividade das crianças.
O tema foi Gêneros Literários e abordou contos de fadas, fábulas, lendas e assombrações. Os alunos produziram jogos, mapas, contaram histórias, desenharam personagens e participaram de apresentações teatrais.

Professora Adriana Ghilardi com os alunos da 1° série A e B.                As professoras da 3° série, Roseli de Divitiis(Cinderela) e Donatella Nobis (príncipe).

 

Clique nas fotos para outras informações.

Em dias de SARESP…

Em dias de SARESP um pouco de Paulo Freire para reflexão:

 

“Os interesses mercantis chegam aos setores mais íntimos da educação. Por exemplo, os sistemas nacionais de avaliação, tão necessários, muitas vezes nascem de pressões pela criação de indicadores que favoreçam a libertação de verbas para programas de formatação ou de investimentos. Tudo isso leva a uma distorção discreta, mas eficaz da autonomia da educação em pautar suas prioridades e finalidades. Sem negar a necessidade de comparar os resultados concretos da educação escolar – afinal, é um ato de democracia a prestação de contas dos gastos de recursos públicos –, será a finalidade do educador brasileiro ter alunos com índices de conhecimento iguais aos da Finlândia?

Para estudar mais: Folha Explica Paulo Freire – Fernando José de Almeida

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mapa do Brincar

No site você encontra diversas brincadeiras como a AMARELINHA. Vale a pena conferir!!!

 

Amarelinha 6

Origem: Ipuã (SP)
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Jeito de brincar:

As crianças riscam um desenho com sete casas em linha reta, como indicado no "Como faz" ao lado, e seguem as regras da amarelinha tradicional.
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Regras:

- Só pode pular com o mesmo pé com que começou o jogo (não vale trocar de pé).
- Não pode apoiar a mão ou o outro pé no chão para pegar a pedrinha.
- Não pode pisar na linha ou fora do quadrado.
- Não pode pisar no quadrado em que estiver a pedrinha.
- Não pode jogar a pedrinha no quadrado errado.
- Quem errar passa a vez para o seguinte.
- Sempre que o jogador que errou voltar, ele recomeça de onde estava.
- Ganha quem conseguir chegar ao céu primeiro sem errar.

 

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O Mapa do Brincar é uma iniciativa da Folhinha, suplemento infantil do jornal Folha de S.Paulo.

Lançado em maio de 2009, o projeto convidou crianças de todo o país a contar quais são suas brincadeiras de hoje. Um dos objetivos era descobrir se há semelhanças e diferenças entre o brincar das várias regiões do país.
De maio a julho, a Folhinha recebeu 10.204 inscrições de crianças das cinco regiões do país, com participação maior do Sul e do Sudeste.

Em alguns Estados, a equipe da Folhinha também coletou brincadeiras diretamente com as crianças, mas sempre preservando os relatos infantis.

Todo esse material enviado (ou coletado) foi lido e analisado por uma equipe de especialistas na área do brincar.

E, do conjunto de textos, desenhos, fotos e até vídeos enviados pelos brincantes, 550 brincadeiras foram selecionadas para este site. Cada brincadeira traz a indicação de sua origem, o que não quer dizer que ela seja só daquele lugar. A origem indica a cidade em que mora o participante que mandou a brincadeira.

Devido à extensão do país e ao rico repertório de brincadeiras das crianças, no entanto, há ainda muito o que mapear.

Por isso, se você conhece brincadeiras (ou variações) da sua região que não estejam no Mapa do Brincar, envie o material para mapadobrincar@uol.com.br . Você também pode enviar memórias do brincar em outras décadas e termos para o glossário das brincadeiras.

 

Acesse: http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/mapadobrincar/

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Uniforme Escolar

Um jornal da região publicou uma matéria sobre os uniformes escolares e aponta que os alunos terminarão o ano sem os mesmos.

Interessante!!!

A verba destinada para esse fim deveria estar prevista no orçamento organizado  no ano letivo de 2008, isso significa que os novos dirigentes dos municípios já sabiam que não seria possível comprar esse material. Certo?

Os municípios que providenciaram os uniformes, certamente realizaram um planejamento anterior.

Talvez a comunidade escolar não tenha clareza dos tramites legais quando se trata do dinheiro público.

 

No site do MEC você encontra informações sobre audiência pública: Contribuição da sociedade pode aprimorar compra de uniformes

 

Os interessados em ler a reportagem sobre os uniformes Clique aqui

Professora é demitida..

Quando eu estava na 3ª série a Profª Geni , colocou fita crepe em minha boca. Isso foi em 19… e minha mãe não fez nada. Aliás, agora que compreendo algumas coisas sobre educação, acredito que minha mãe foi conivente com a atitude da professora.

Que absurdo!!!!

 

13/11/2009 - 08h16

Professora é demitida após colocar fita crepe em boca de aluno

BRENO COSTA
da Agência Folha, em Belo Horizonte

 

Uma professora foi demitida sob acusação de tapar a boca de um menino de quatro anos e de prender seus braços com fita crepe em plena sala de aula. O caso aconteceu numa escola particular de Sete Lagoas (79 km de Belo Horizonte), no final de outubro.

Elaine Aparecida Batista, 26, a professora envolvida, é recém-formada em pedagogia e começou a dar aulas na escola no início deste ano, após um ano como ajudante.

A demissão foi efetivada ainda em outubro pela direção do Centro Educacional Mundo Encantado. A Folha não conseguiu localizar a professora Elaine para comentar o episódio.

Dias após o incidente, a mãe da criança decidiu tirá-la da escola e processar a professora e a escola por danos morais. Até a noite de ontem, a mãe não tinha ligado de volta para a reportagem.

 

Xingamento

A diretora da escola, Maria da Consolação Machado, afirma que a fita usada pela professora não tinha aderência forte.

De acordo com ela, a professora alegou que o menino a estava xingando e, então, decidiu tapar-lhe a boca utilizando fita crepe.

O garoto, de acordo com a versão da diretora, tirou a fita da boca. Com isso, a professora, além de voltar a fechar a boca da criança, prendeu os seus braços para trás, também com a fita.

O menino, ainda segundo a diretora, conseguiu se soltar em seguida. Outras 12 crianças presenciaram a ação, segundo a escola.

 

Outro lado

Em nota, o colégio afirma que os profissionais da escola passam por "rigorosa avaliação, tanto pessoal quanto profissional".

No caso da professora envolvida, a nota relata que não foi constatado nada que desabonasse sua conduta durante seu período de testes. A nota ainda classifica o caso como um "lamentável e censurável incidente".

A direção da escola também afirma que, após o episódio, o menino continuou frequentando as aulas no estabelecimento, com acompanhamento psicológico. O centro educacional, fundado há 20 anos, tem 230 alunos, do maternal à quarta série. A mensalidade cobrada é de cerca de R$ 300.

 

Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u651864.shtml

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O QUE É O QUE É?

Somos nós que fazemos a vida

Como der ou puder ou quiser

Chegou o dia…

Já partilhamos tantas coisas que resolvi compartilhar com vocês minha exoneração.

Vou seguir novos caminhos.... Que maravilha!!!

Cuidem bem da educação de Santo André e saibam que a cidade é

"bem conceituada" por seus méritos educacionais dos últimos anos.

E isso não é qualquer coisa,principalmente relatado por pessoas

de outros lugares.

Aprendi de tudo em Santo André: o que se deve e o QUE NÃO SE DEVE fazer.

É com essa experiência que estou seguindo novos caminhos.

Beijos no coração e uma frase:

 

"ONDE ESTARÁ A ESSÊNCIA DE CADA UM?

VAZIO É PERCEBER QUE DESAPRENDEMOS DE SER FELIZES

SEM AS LENTES FALSAS E QUE FELICIDADE PODE

SER MUITO MAIS

SIMPLES DO QUE SE POSSA IMAGINAR."

(Anayna Nara de Campos)

EM DEFESA DA GRAMÁTICA

 

 

Frase recorrente entre os profissionais do ensino fundamental:

“As crianças tem o resto da vida para aprender gramática.”

Será que realmente a gramática não faz parte do processo de aprendizagem?

Compartilho o texto “Em defesa da gramática”: clique na imagem para ler ou baixar o  texto

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Inscrições para vagas de professores temporários em 2010

 

Inscrições para vagas de professores temporários
em 2010 são prorrogadas até 13/11

Quarta - feira, 04 de Novembro de 2009 15h50

Candidatos à contratação devem manifestar interesse nas diretorias de ensino das regiões onde têm interesse de trabalhar

O prazo para inscrições de docentes interessados em participar do processo de atribuição de aulas/classes na rede estadual em 2010 foi prorrogado até o dia 13 de novembro. Os candidatos devem se apresentar nas Diretorias Regionais de Ensino de sua preferência.

A Portaria–DRHU 72, expedida pela Secretaria de Estado da Educação, no último dia 13 de outubro, dispõe sobre o cronograma e as diretrizes do processo de atribuição de classes e aulas para o próximo ano letivo. “Com essa Portaria, estamos facilitando o acesso de todos os candidatos às vagas de professores da rede estadual de ensino e melhorando a dinâmica das atribuições de classes e aulas”, afirmou o secretário Paulo Renato Souza.

Os candidatos à contratação devem ter diploma de Licenciatura ou ter diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior ou ser aluno do curso regular de Licenciatura Plena.

Esses candidatos ainda farão uma prova de classificação, com inscrição via Internet até o dia 20 de novembro no portal da Vunesp (www.vunesp.com.br), órgão responsável pela aplicação das provas. As datas e horários da realização dos exames serão anunciados oportunamente.

Titulares de cargo devem se apresentar em escola

Os titulares de cargo classificados nas escolas devem optar pela jornada de trabalho que desejam exercer em 2010, fazendo a inscrição na própria unidade escolar onde atuam, entre os dias 1º e 11 de dezembro. Estes professores não participarão do exame.

Os cronogramas das fases de classificação dos inscritos e de atribuição de classes e aulas do processo do ano letivo de 2010 serão estabelecidos em Portaria–DRHU que se publicará oportunamente.

Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/

Saresp é adiado após atraso na entrega de provas

09/11/2009 – 23h43

 

Saresp é adiado após atraso na entrega de provas

da Folha Online

As provas do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar de São Paulo, previstas para os dias 10, 11 e 12 de novembro, foram adiadas nesta segunda-feira pela Secretaria de Educação. O Saresp é o exame de avaliação de aprendizagem aplicado pelo governo estadual.

A medida foi tomada depois que o Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação), empresa que venceu a licitação para realização da prova, avisou à secretaria que não conseguiria cumprir os prazos definidos pelo contrato. O Caed pertence à Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais.

As provas foram remarcadas para a semana seguinte, ou seja, serão realizadas nos dias 17, 18 e 19 de novembro. Será mantida a mesma ordem de aplicação: português, matemática, história e geografia, respectivamente.

No domingo (8), o secretário de Educação, Paulo Renato Souza, visitou a gráfica onde as provas estão sendo impressas. Cerca de 200 alunos da Escola de Formação de Soldados da Polícia Militar foram escalados para auxiliar no processo logístico. Além deles, outras 150 pessoas foram mobilizadas pela secretaria e se juntaram à força-tarefa para tentar adiantar a entrega do material

Como não foi notificada antes sobre o atraso, a secretaria afirma que tomará as medidas legais previstas no contrato.

Ao todo, devem fazer a avaliação neste ano mais de 2 milhões de estudantes. Mais de 20 tipos de avaliações por série e disciplina foram preparadas como medida de segurança contra vazamento, o que prevê a impressão de cerca de 7 milhões de provas.

 

Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u650031.shtml

Qual a melhor opção?

Largando as amarras – Parte 2: Até para deixar o serviço público a burocracia reina

Um pouco de Max Gehringer:

Qual a melhor opção:a empresa privada ou o funcionalismo público?

Bom, o melhor mesmo seria a forma híbrida, ser um empregado estabilizado em um sistema que premiasse o mérito individual. Sem a intenção de aumentar a crueldade de sua dúvida, eu lhe diria que qualquer que seja a sua opção, você irá se arrepender dela em algum momento. Se você continuar na empresa privada, há uma boa chance, de num período de 10 anos, você ficar desempregado. Esse é o lado inglório da vida corporativa. Bons funcionários também são despedidos. Ou porque a empresa foi comprada por outra, ou porque pessoas são substituídas por equipamentos, ou porque a empresa passa por um mau momento e é obrigada a reduzir custos. Quando isso acontecer, você certamente dirá que ter optado pela iniciativa privada foi um erro.
Mas, se você optar pelo serviço público, o ritmo de sua carreira irá mudar. A começar pelo fato de que aumentos salariais não contemplam o mérito de cada um, mas toda uma categoria, e mesmo assim, se houver recursos previstos em orçamento. Um dia, inevitavelmente, você começará a pensar que estaria ganhando mais, que teria tido mais chances de ascensão, se tivesse continuado na empresa privada.
A minha sugestão é a seguinte: faça um orçamento pessoal considerando como base o primeiro salário que você iria receber no serviço público, e sem qualquer reajuste, pelos próximos 10 anos. Se você acredita que poderá equacionar seus gastos dentro desse parâmetro financeiro, opte pelo serviço público. Caso contrário, continue onde você está.
Não existe uma regra clara para definir o que é mais importante na vida profissional. Se ter estabilidade e salário fixo, ou se correr riscos e ter um salário que tanto pode ser grande, quanto pode ser zero. Essa é uma decisão que compete a cada um.
Max Gehringer, para CBN.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Setor privado ou setor público?

O texto de Max Gehringer ilustra parte de minha decisão profissional.

Ufa!! Largando as amarras…

 

 

funcionário público

"Estou em dúvida quanto a tentar uma carreira na iniciativa privada ou no serviço público", escreve um ouvinte. "Gostaria de saber as vantagens e desvantagens de cada opção."


Começando pela vantagem mais óbvia, o serviço público oferece estabilidade. Nele, o nosso ouvinte nunca precisará se preocupar com uma assombração chamada desemprego. Na iniciativa privada, o contrato de trabalho permite que a relação seja interrompida a qualquer momento, tanto pelo empregador quanto pelo empregado, e sem que qualquer das partes precise, obrigatoriamente, oferecer uma justificativa para esse rompimento.
Já no tocante ao trabalho em si, a grande diferença está na concorrência. Na iniciativa privada, uma empresa precisa ser melhor que outras que atuam no mesmo setor. Precisa gerar resultados positivos para continuar investindo e crescendo. Essa concorrência externa gera uma forte concorrência interna, que resulta na premiação e na ascensão dos mais competentes, e na exclusão dos que não conseguem atingir objetivos. Isso resulta em muita pressão e não raramente, pode resultar em estresse físico e emocional.
No serviço público, essa competição feroz não existe. Promoções e reajustes são decididos em escalões que estão muito acima dos chefes diretos. Quando algo é feito em benefício do funcionalismo, toda uma categoria é contemplada, sem levar em conta os resultados individuais. Isso significa que um funcionário público tremendamente eficiente, não receberá uma premiação adicional por um desempenho acima da média, como acontece na empresa privada.
Por falta de concorrência, o serviço público caminha num ritmo mais lento. Mas essa é uma generalização perversa, que não pode ser aplicada a cada funcionário individualmente. Há profissionais extremamente competentes atuando na área pública, que fariam sucesso na iniciativa privada. O que não existe no serviço público é o estímulo imediato, para quem busca uma ascensão em curto prazo.
Eu sugiro que o nosso ouvinte avalie a decisão que irá tomar, da seguinte maneira: se ele tivesse um dinheiro para investir, ele aplicaria tudo na bolsa de valores ou tudo na caderneta de poupança? A primeira opção implica em correr riscos, a segunda leva em conta a segurança. O investimento que ele considerar o melhor para o seu dinheiro, pode ser estendido também, à sua vida profissional.
Max Gehringer, para CBN.

domingo, 8 de novembro de 2009

Como eu dominei o vento - William Kamkwamba

Aos 14 anos, em meio à pobreza e fome, um garoto de Malawi construiu um moinho para gerar eletricidade para a casa de sua família. Hoje, aos 22, William Kamkwamba, palestrante no TED, pela segunda vez, conta com suas próprias palavras a emocionante história da invenção que transformou sua vida.


Clique aqui para acessar o vídeo com legenda em português.

Ensino fundamental de nove anos sacrifica lazer

Segue  outra reportagem que prova que muitos reproduzem o que leem sem ao menos compreenderem o que realmente “mudou” ( se é que mudou…)

Como sugestão, segue o documento atualizado em 16 de setembro de 2009: PASSO A PASSO DA IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

Obs.: Para ler ou baixar o documento é só clicar no link acima.

 

08/11/2009 - 09h45

 

Ensino fundamental de nove anos sacrifica lazer, dizem

 

RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo

Das escolas que já adotaram o ensino fundamental de nove anos, parte fez a adaptação impondo pesados sacrifícios às crianças mais novas.

Pesquisas em diferentes Estados mostram que nessas escolas os alunos de seis anos perderam parte considerável do tempo destinado a brincadeiras e atividades ao ar livre. Agora ficam debruçadas sobre livros, exercícios e até provas.

Especialistas alertam que isso pode ter efeito devastador no desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças.

As escolas hoje dividem o ensino fundamental em oito séries. No ano que vem, todas --públicas e particulares-- deverão seguir a lei que prevê a reorganização em nove anos.

O ano extra foi colocado no início do ciclo. A criança passará a entrar no ensino fundamental com seis anos, não mais com sete. Assim, quem ia para a pré-escola irá para o primeiro ano. A primeira série se transformará no segundo ano.

Muitas escolas se adiantaram e já seguem a lei. O problema é que algumas limitaram-se a impor às crianças de seis anos os mesmíssimos conteúdos que antes ensinavam às crianças de sete. Os esforços se concentram em ensiná-las a ler, escrever e fazer contas. As brincadeiras, comuns na velha pré-escola, ficaram em segundo plano.

As professoras e pesquisadoras Iraíde Marques de Freitas Barreiro (da Unesp em Assis), Maria Silvia Librandi da Rocha (da PUC de Campinas) e Catarina Moro (da UFPR em Curitiba) chegaram a conclusões parecidas ao estudar escolas que já adotam o novo modelo.

"As atividades lúdicas ficaram restritas ao recreio, que não raramente dura 15 minutos", diz Maria Silvia. "A criança tem seis anos, mas já é tratada quase como adulto, com muita cobrança", afirma Iraíde.

Um dos problemas é o fato de os professores não terem sido preparados para conduzir essa nova turma. Seguem mais o modelo da primeira série que o da pré-escola, sem o devido equilíbrio, por pressão de pais que desejam a alfabetização precoce e por pressão do sistema educacional --a Provinha Brasil avalia crianças de sete anos, do novo segundo ano.

"Antes era o professor da segunda série que cobrava o da primeira para que os alunos chegassem alfabetizados. Agora é o professor do segundo ano que pressiona o do primeiro", afirma Catarina, da UFPR.

O MEC confirma a falha dos colégios. "Estamos oferecendo orientações, explicando que o brincar é importantíssimo", diz a secretária de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda.

Ela esclarece que o resultado da Provinha Brasil não é divulgado e, mesmo sendo negativo, não gera punições. Serve apenas para orientar a escola.

Outro problema apontado pelas pesquisadoras é a falta de adaptações e reformas nas escolas para receber adequadamente às crianças de seis anos.


Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649321.shtml

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Entrevista – Mário Sérgio Cortella

O jovem de hoje descobre, cada vez
mais cedo, que não basta apenas
ser um bom aluno e tirar boas notas                                     image
para garantir um futuro profissional
de qualidade. Há uma série
de habilidades e competências que
devem ser desenvolvidas, já nessa
fase, para que o estudante possa
desenvolver-se pessoal e profissionalmente de maneira correta.
É preciso avaliar se a escola está
efetivamente preparando os jovens
para o mundo que o espera. O
mundo do trabalho, com suas características
e dinâmicas próprias, é totalmente diferente do mundo escolar. É possível aos educadores fazer com que a escola, sem perder a sua essência de formação educacional, desenvolva habilidades necessárias à sobrevivência do estudante no mundo real?

 

Clique na imagem para ler a entrevista na íntegra.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O grande rabanete – Tatiana Belinky

 

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Clique na imagem para fazer download do livro

Durante minha vida profissional…

Estava organizando meus arquivos digitalizados, encontrei um texto bem bacana e compartilho com vocês.

 

Durante minha vida profissional....

 

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, se um
grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite.
Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.
Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.
Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava, direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:

. .. ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.'
'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.'
Max Grehringer

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Professora, Pedagoga,Psicopedagoga, Mestranda em Educação, esposa, mãe,formadora de professores.

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