quarta-feira, 30 de março de 2011

Inclusão Digital–Experiências Brasileiras

Livro “Inclusão Digital – Experiências Brasileiras” está disponível para download

Lançado durante o último Fórum TIC Dataprev, o livro “Inclusão Digital – Experiências Brasileiras” já está disponível para download. Escrito pelo historiador Maurício Falavigna, o livro reúne depoimentos de especialistas em ID, a formação dos telecentristas pelo Brasil, a criação de políticas públicas para a área e a trajetória da Oficina para Inclusão Digital, desde a sua primeira edição, realizada em 2001.

Licenciado sob Creative Commons, o livro está disponível, gratuitamente, aqui. O arquivo em PDF tem o tamanho de 22.1 Mb e é totalmente pesquisável. Basta usar CTRL + F para buscar palavras e tópicos de seu interesse. A licença CC permite que todo o conteúdo do livro seja utilizado para pesquisas, teses, replicações, recompilações, impressão, desde que seja citada a fonte.

Fonte: Nas retinas

segunda-feira, 28 de março de 2011

História da Educação em São Paulo

Arquivo Público digitaliza mais 4 mil documentos sobre a História da Educação em São Paulo

Ilustrações, fotos e relatórios estão disponíveis no site temático “Memória da Educação”

Um novo conjunto de documentos do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil, já está disponível no site temático “Memória da Educação”. São mais 4 mil ilustrações, fotografias e relatórios que revelam detalhes da história escolar no Estado de São Paulo nos séculos XIX e XX. Com a inclusão do material sobe para 25 mil o número de documentos relativos à educação digitalizados pelo Arquivo.
No endereço http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao podem ser acessadas informações sobre o ensino no interior do Estado, com destaque para documentos inéditos das regiões de Campinas, Araraquara, Casa Branca, Guaratinguetá e Santa Cruz do Rio Pardo. Os relatórios, elaborados pelas Delegacias Regionais de Ensino, tratam de assuntos referentes às atividades administrativas e pedagógicas das escolas da época: quadro de funcionários e funções, quantidade de classe e matrícula ofertadas em escolas, gráficos demonstrativos do desempenho dos alunos por município, fotografias das atividades escolares, condições físicas dos prédios, entre outras.
Toda a documentação utilizada (cerca de 9 km lineares) faz parte do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. O site será atualizado periodicamente, com a inclusão de mais documentos sobre a História da Educação. Completam a página alguns artigos publicados pelo o Arquivo Público sobre o tema.
Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo
O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Sua função é formular uma política estadual de arquivos e recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista.
A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 6 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.
Informações para a imprensa com Veronica Cristo ou Raphael Dagaz pelo telefone (11) 2089-8124 ou pelo e-mail comunicacao@arquivoestado.sp.gov.br

quarta-feira, 23 de março de 2011

AUTISMO - CONSCIENTIZAÇÃO - VIDEO DA TURMA DA MÔNICA



Vídeo compartilhado por Luciana Nassif que é mãe de duas meninas lindas, gêmeas e uma delas é autista. A Lú é mulher, mãe, esposa, professora,pedagoga tem muitas histórias para contar e muitas reflexões para propor sobre o autismo e, inclusive, sobre a educação inclusiva.
  Histórias e Olhares de quem vê a deficiência "do outro lado."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Web Currículo

Twitcam Beth Almeida e o Web Currículo 5/4 - 17h

Por Equipe Web Currículo

A professora Beth Almeida realizará uma twitcam, uma transmissão online de vídeo com comentários via twitter, sobre o Web Currículo. A professora e coordenadora do PPG Educação: Currículo da PUC-SP faz parte da linha de pesquisa Tecnologias na Educação, do grupo de pesquisa Formação de Professores em Meio Digital e do grupo de pesquisa Aprendizagem com Mobilidade.
A professora será entrevistada por alunas do mestrado e do doutorado da Pós-Graduação em Educação: Currículo da PUC-SP. O evento será divulgado pelo blog e twitter do Web Currículo, e interessados podem também mandar sua pergunta antes do dia da entrevista.
Informações:
Twitcam com Beth Almeida
Moderadoras/Entrevistadoras:
Débora Martins (@educacaolivrepp)
Paloma Machado (@paloma_machado)
Valdenice Minatel (@vminatel)
Renata Aquino Ribeiro (@renataaquino)
Neli Maria Mengalli (@nelimaria)

Dia: 5/4 – 3ª Feira

Horário: 17h-18h

Como participar:
http://webcurriculo.wordpress.com


Envie seu comentário com perguntas
http://twitter.com/webcurriculo


Acesse no dia para acompanhar a transmissão
O tema da fala da profa. Beth é “O conceito de Web Currículo e a discussão sobre a integração das tecnologias ao currículo”.
A professora Beth Almeida responderá perguntas e comentários de internautas e também a perguntas e comentários enviados previamente pelo blog do Web Currículo.
Após a entrevista online, será publicada a síntese e a gravação do evento.
Envie sua pergunta através dos comentários.
Saiba mais sobre a profa. Beth Almeida nas reportagens abaixo.
Reportagem sobre mobilidade e educação no Universo EAD Senac
Reportagem A tecnologia precisa estar presente na sala de aula – Educar para Crescer

quinta-feira, 10 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

Feliz Dia da Mulher



Mulher



Erasmo Carlos

Composição: Erasmo Carlos/Narinha
Dizem que a mulher

É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...

Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...

Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...

O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...

Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção...

Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés..

terça-feira, 1 de março de 2011

Uso do celular: Falar ao telefone já é quase uma função secundária

Uso do celular: Falar ao telefone já é quase uma função secundária

Tatiana Serra

Seja em casa, na escola, no trabalho, “na chuva, na rua, na fazenda ou numa casinha de sapê...” Em todos os lugares e situações, tem sempre um celular tocando... E também funcionando como aparelho de som, como máquina fotográfica e como computador. Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, novos recursos facilitadores aparecem e, em contrapartida, surgem novas dificuldades para saber como lidar com essas novidades que invadem nosso cotidiano.

Quando começamos a nos acostumar com as mudanças que a tecnologia causa em nosso comportamento, lá vêm mais lançamentos que não se resumem em apenas modernos equipamentos, mas sim em transformadores de uma sociedade. Exagero? Basta observar nosso dia a dia para notar a presença desses invasores.

O celular é, de longe, uma das maiores invenções da humanidade. Palavra de usuária! Outro exagero? Basta ficar umas horas sem celular para perceber a importância que se dá a ele. Nem precisa chegar a tanto; a ameaça de ficar sem bateria no decorrer do dia já é o suficiente para entrarmos em pânico. É melhor, então, admitir que hoje somos totalmente dependentes de um aparelhinho que não mede nem um palmo e ainda pode nos deixar na mão a qualquer momento. Como entender o ser humano? Isso fica para outra hora...

Se controlar quanto ao uso do celular já é difícil, controlar o outro então parece impossível! Desde que o celular invadiu nosso cotidiano, vimos perdendo a noção de individualidade, privacidade, bom senso e educação. Falar com alguém a qualquer momento, acessar a internet e navegar pelo mundo sem sair do lugar... São muitas as possibilidades, mas há limites para essa tal liberdade.

Professores com conhecimento e alunos com dados?

Em sala de aula, por exemplo, o celular e suas possibilidades podem travar uma verdadeira guerra entre professores e alunos. Conseguir que não falem ao telefone ou ouçam música durante as aulas é totalmente possível, mas e o acesso à internet? Afinal, é fácil apertar alguns botões e ir aonde quiser sem que o professor perceba.

Imagine, por exemplo, uma aula de História em que o professor está falando sobre a Idade Média e começa a fazer um contraponto com alguma descoberta recente. Se o professor não levar para a sala as informações mais recentes retiradas há alguns minutos de sites confiáveis, ele perde a batalha para os alunos, que podem estar online pesquisando sobre o mesmo assunto e, muitas vezes, com mais habilidade tecnológica e domínio de outras línguas. Nessas horas, existe um vencedor, existe a distinção entre quem tem o conhecimento e quem tem os dados? 

Ter os dados em mãos e não saber o que fazer com eles praticamente anula a questão, não tem valor. A professora Célia Sandra Evelyn Camacho, mestre em Ensino de Química no Programa Inter Unidades da USP, ressalta que “o professor não é detentor de todo o conhecimento e, principalmente, deve ter consciência disso com a globalização e a internet. Nosso novo papel é o de mediador do conhecimento, e não transmissor de conhecimento”.

Conhecimento esse que está sempre em construção. “Tendo clareza de nosso papel e autoconfiança de saber analisar as situações e ainda sabendo que o conhecimento está sendo construído pelo aluno nas suas interações sociais – não só com o professor na escola, mas em todas as instâncias em que ele está inserido –, não vejo problemas no acesso à internet. Pelo contrário, é muito enriquecedor perceber que o aluno passou de um ser passivo para protagonista de seu aprendizado. Hoje a escola não é só um lugar de ensinar, mas também de aprender! Antes a educação estava pautada na transmissão de velhos conceitos arraigados por uma classe intelectual; hoje um dos pontos positivos é a democratização da informação”, é o que diz Célia, que leciona na EE Solon Borges dos Reis, da Diretoria de Ensino Centro Oeste, e é coordenadora pedagógica da EMEF Terezinha do NAE Butantã, ambas em São Paulo.

Vencer a guerra contra a falsa onipotência que os recursos tecnológicos podem dar aos estudantes não é tarefa das mais fáceis, até porque esses invasores são muitos e ainda desconhecidos. Uma das opções é unir-se a eles, usando os recursos tecnológicos a seu favor. Com o conhecimento do professor sobre o assunto a ser trabalhado e a tecnovontade do aluno, é possível chegar a um resultado mais rico em informações. Até porque estar antenado às transformações que a tecnologia nos promove alltime já é sinal de mais uma batalha vencida.

Publicado em 1º de março de 2011

Fonte: Revista Educação Pública

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