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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Será que a gestão é democrática?

Gestão democrática é o que ouvimos em todos os cantos das escolas públicas, mas será que de fato isso acontece?

Fico pensando:

Como é possível fazer uma gestão democrática se todas as ações da escola estão centradas no diretor/diretor?

Como é possíve fazer uma gestão democrática se os professores não participam das decisões da escola?

Como é possível fazer uma gestão democrática se a comunidade não participa das discussões?

É, Vitor Paro tem mesmo razão quando diz que precisamos" olhar a escola na sua inteireza".

terça-feira, 3 de maio de 2011

Santo André: processo seletivo para professores

Secretaria de Educação abre processo seletivo para professores eventuais

02/05/2011 - 09:46

Secretaria de Educação

A Secretaria de Educação dá início ao processo seletivo para Professores Eventuais, com o objetivo de cobrir os afastamentos temporários de Professores Efetivos da Rede Municipal de Ensino.
Os candidatos prestarão prova no mês de maio e os aprovados assinarão contrato temporário por 6 meses, que pode ser prorrogado por mais 6 meses. São 230 vagas, com início de chamada ainda no primeiro semestre de 2011. O salário dependerá da composição da carga horária e da formação acadêmica do candidato aprovado, e pode variar entre R$ 931,00 e R$ 1.660,50.

http://www2.santoandre.sp.gov.br/sites/default/files/EDITAL_02-2011_SE_-_Professor_eventual.doc

 

Fonte: Secretaria de Educação de Santo André - http://www2.santoandre.sp.gov.br/news/5796/42

sábado, 9 de abril de 2011

Parabéns Santo André



Parabéns Santo André, afinal, foi aí que fortaleci minha crença de que é possível fazer uma educação pública de qualidade. Resolvi experenciar outras emoções... mas as boas experiências vividas nunca são esquecidas!!!!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Sabe quem está alfabetizado?

O marco da semana foi o “individuo” que parece que é alfabetizado. Como levar a sério a democracia com tantas demonstrações de que vivemos em uma “palhaçada”?

Quero acreditar que não, mas tudo indica que o eleito em questão assumirá o posto e ainda representará o povo brasileiro. É preciso levar esse assunto para nossas escolas e discutí-lo com todos os segmentos: comunidade, pais, alunos, professores, colaboradores, parceiros, supervisores, coordenadores, diretores…

Enfim…

Não existe neutralidade, lembram??

Seguimos conversando.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

ESTADO DISPENSA DIRETORES DE ESCOLA SEM JUSTIFICATIVA


Enquanto não existir uma política educacional e  interesses somente em torno da educação pública de qualidade, fatos como o da reportagem acontecerão milhões de vezes.



12/01/2010-EDUCAÇÃO

    ESTADO DISPENSA DIRETORES DE ESCOLA SEM JUSTIFICATIVA


    
Por: Paula Cristina - paula@abcdmaior.com.br

    Pelo menos dez diretores em S. Bernardo foram dispensados; servidores acreditam em retaliação

O fim de 2009 trouxe uma surpresa para dez diretores substitutos de escolas da rede estadual de ensino de São Bernardo. Em 30 de dezembro, cartas informando o fim dos serviços prestados chegaram aos servidores. De acordo com diretores ouvidos pela reportagem, a dispensa não foi justificada, mas os dispensados acreditam que a medida seja uma retaliação do governo do PSDB, já que realizaram parceiras com a Prefeitura de São Bernardo, administrada pelo PT.

Os substitutos são professores concursados que deixam a função original para ocuparem cargo de confiança. São convidados a ficar no lugar de diretores, também concursados, que se afastam por motivo de saúde ou por outro qualquer. Os diretores substitutos perdem a estabilidade e podem ser dispensados pelo Estado sem justificativa. Os professores também não podem ser defendidos pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

"A carta chegou sem nenhuma justificativa. Conversando com outros diretores, percebi que não havia sido a única afastada", afirmou uma das diretoras que preferiu não se identificar. Para outro diretor, esse tipo de ação do Estado é retaliação. "Muitas escolas não seguiram a 'cartilha' imposta pela Diretoria de Ensino." Eles afirmam que não foram dispensados para a volta dos concursados. "Nos casos que tenho conhecimento, os servidores foram trocados por novos substitutos, que não conhecem a escola, e não saberão dar continuidade ao trabalho prestado", afirmou outra servidora dispensada.

De acordo com a Apeoesp, das dez escolas que tiveram os diretores afastados, seis já escolheram substitutos para os cargos. As outras quatro ainda aguardam um novo diretor.

O conselheiro da Apeoesp Fernando de Souza explicou que a entidade não pode fazer nada por esses profissionais dispensados. "Como são considerados cargos de confiança, a Diretoria de Ensino tem o poder de trocá-los. Não podemos argumentar." De acordo com o conselheiro, o ideal é que os professores não aceitem esse tipo de cargo. Mas o salário muitas vezes fala mais alto. O salário de um professor de ensino básico, com 30 horas semanais, é de R$ 1.295,76, enquanto um diretor em início de carreira, com carga horária de 40 horas semanais, recebe R$ 1.897,80. A assessoria de imprensa da Secretaria de Educação informou que este tipo de ação acontece todos os anos, e é comum por todo Estado haver mudanças naturais dos cargos.

Fonte: Jornal ABCD Maior.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ainda sobre a municipalização

15/12/2009 - EDUCAÇÃO

Municipalização em Santo André será em janeiro

Por: Júlio Gardesani  (julio@abcdmaior.com.br)

 

Líder de governo afirma que processo deve ser iniciado em janeiro; Apeoesp se reúne com Dinah nesta quarta-feira

A municipalização das sete primeiras escolas estaduais de 1° a 4° séries em Santo André já possui data marcada: janeiro de 2010. Após matéria veiculada pelo ABCD MAIOR, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) – impedida de participara da primeira reunião entre a Administração e os professores, realizada nesta segunda-feira (14/12) – se reunirá com a vice-prefeita e secretária de Governo Dinah Zekcer (PTB) para debater o assunto nesta quarta-feira (16/12). - Clique e lei a reportagem: Aidan municipaliza escolas em Santo André

O sindicato teme que quase metade dos funcionários que atuam nas 94 escolas públicas da cidade possam ser demitidos e cobram transparência da Administração. “Os professores estão com medo. Nas demais cidades, o prefeito mandou um projeto de lei municipalizando as escolas para aprovação da Câmara. Em Santo André os vereadores nem sabem o que está acontecendo. Vamos cobrar honestidade do governo”, afirmou o diretor estadual da Apeoesp, Edgard Fernandes Neto.

Ao todo, sete escolas devem ser municipalizadas já em janeiro: EE (Escola Estadual) Professor João de Barros Pinto, EE Professora Maria Penha Manfredi, EE Júlio Nunes Nogueira, EE Louis Joseph Lebret, EE Miguel Ruiz, EE Nicolau Moraes de Barros e EE Odylio Costa Filho. 

“Como líder de governo já conversei com Aidan sobre o tema e lutarei pela municipalização. Não tenho a informação de nenhuma demissão e, aproximadamente, seis ou oito escolas estarão municipalizadas até o início do ano que vem”, afirmou o líder de governo, Marcelo Chehade (PSDB).
Desemprego - Além da falta de diálogo, a Apeoesp é contrária à municipalização para preservar o emprego dos professores contratados em regime de ACT (Admissão em Caráter Temporário) – que deverão ser demitidos, caso Aidan mantenha a proposta. O sindicato também defende a manutenção de um sistema de ensino integrado em todo o estado de São Paulo e também considera que a municipalização facilita esquemas corruptos de desvio de dinheiro público.

 

Fonte: ABCD MAIOR

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Municipalização das escolas de Santo André

 

Professor,

Consulte o site da Prefeitura de Santo André para entender como foi o processo de municipalização do ensino fundamental.

 

15/12/2009 - EDUCAÇÃO

Aidan municipaliza escolas de Santo André

Por: Júlio Gardesani  (julio@abcdmaior.com.br)

Escola Júlio Nunes nogueira pode ser municipalizada. Foto: Lorrayne Oliveira

Escola Júlio Nunes nogueira pode ser municipalizada. Foto: Lorrayne Oliveira

Excluída das discussões, Apeoesp teme desemprego de professores

O prefeito de Santo André, Aidan Ravin (PTB), iniciou o processo de municipalização das escolas estaduais de 1ª a 4ª a série da cidade. O alerta foi feito pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), que acusa a Administração de ignorar e excluir o sindicato das discussões. A direção da Apeoesp afirma que pode haver demissão de quase metade dos funcionários das 94 escolas estaduais de Santo André e promete mobilizar a categoria contra a iniciativa de Aidan.

De acordo com o diretor estadual da Apeoesp, Edgard Fernandes Neto, a primeira reunião para apresentar a proposta foi realizada na tarde desta segunda-feira (14/12), com as sete primeiras escolas que deverão ser municipalizadas: EE (Escola Estadual) Professor João de Barros Pinto, EE Professora Maria Penha Manfredi, EE Júlio Nunes Nogueira, EE Louis Joseph Lebret, EE Miguel Ruiz, EE Nicolau Moraes de Barros e EE Odylio Costa Filho.

“Não nos deram nenhuma satisfação sobre o processo de municipalização. E, pelo jeito, não conversaram com ninguém”, argumenta Neto.

Além da falta de diálogo, a Apeoesp é contrária à municipalização para preservar o emprego dos professores contratados em regime de ACT (Admissão em Caráter Temporário) – que deverão ser demitidos, caso Aidan mantenha a proposta. O sindicato também defende a manutenção de um sistema de ensino integrado em todo o estado de São Paulo e também considera que a municipalização facilita esquemas corruptos de desvio de dinheiro público.

“Sempre que se municipaliza a educação, os ACTs são demitidos. Em todo o Estado, de 240 mil que trabalham nas escolas, quase 100 mil são temporários.  Além disso, a verba do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) repassada aos municípios torna mais fácil a constituição de esquemas mafiosos de desvio de dinheiro público”, completou Neto.

Para realizar a municipalização, Prefeitura e governo estadual precisam consolidar um convênio; a partir de então, o próprio município passa a gerir a verba que antes era aplicada pelo Fundeb.

“O processo está todo errado. Em Santo André nós já temos uma rede pública, criada pelo ex-prefeito Celso Daniel. Começar este processo durante as férias escolares e durante o recesso parlamentar demonstra que a Administração está mal-intencionada”, garante o atual presidente municipal do PT e vereador, Tiago Nogueira.

“Como líder de governo já conversei com Aidan sobre o tema e lutarei pela municipalização. Não tenho a informação de nenhuma demissão e, aproximadamente, seis ou oito escolas estarão municipalizadas até o início do ano que vem”, afirmou o líder de governo, Marcelo Chehade (PSDB).
Além de Santo André, a cidade de São Bernardo já municipalizou as escolas de 1ª a 4ª séries e em São Caetano todo o ensino fundamental é de responsabilidade do município. Já Diadema resolveu adotar a municipalização neste ano: a Administração assumiu quatro escolas estaduais de ensino fundamental e para o início do ano letivo de 2010 deve incluir mais cinco instituições.

A assessoria de imprensa da Prefeitura afirmou que não existia “nenhuma novidade” no processo de municipalização do ensino na cidade.

 

Fonte: ABCD MAIOR

Municipalização das escolas gera polêmica em S. André

Professores,

 

Estudar as leis é um bom caminho para organizar os argumentos ou para aceitar as mudanças.

Municipalização das escolas gera polêmica em Sto.André

Deborah Moreira
Do Diário do Grande ABC

O clima era de tensão na primeira reunião, ontem, entre a Secretaria Municipal de Educação de Santo André e os cerca de 90 professores convocados para discutir a municipalização do ensino nas escolas da rede estadual onde trabalham. No total, seis escolas estaduais - com 2.600 alunos e 91 professores - serão municipalizadas em janeiro de 2010.

São elas: Nicolau Moraes Barros, Miguel Ruiz, Maria da Penha Manfred, Júlio Nunes Nogueira, João de Barros Pinto e Odylo Costa Filho.

Antes mesmo da reunião começar, os presentes questionavam o motivo da convocação: "O que será que o destino nos reserva?", se perguntava uma das educadoras.

"Existem 61 salas de aula vazias nessas escolas que podem ser utilizadas. Também visamos a universalização do Ensino Fundamental", explicou a secretária de Educação de Santo André, Cleide Bauab Eid Bochixio. Segundo ela, a intenção é municipalizar todas as escolas da rede, gradualmente.

A secretária não soube responder o que será feito com os professores e funcionários cujos cargos não estão previstos no regimento do município, como os dos professores de Educação Física e de Educação Artística, matérias que não existem na rede municipal. "Estou aqui pra ver que destino terá minha filha, que é professora de Educação Física e pelo que estou vendo ela vai ficar de fora", disse uma professora que não se identificou. Cleide prometeu que, até o final da semana, terá uma posição.

Outro ponto que preocupa os professores é o prazo dos convênios entre Estado e município, que é anual. "Há dez anos sou municipalizada em São Bernardo, e todo ano tem alguém dizendo que podemos ser devolvidos para o Estado", desabafou outra docente.

‘DEMAGOGIA'' - A secretária prometeu ainda que novas vagas serão criadas e que as seis escolas que devem ser municipalizadas serão reformadas assim que possível. Porém, segundo Cleide, não há data certa para isso acontecer.

Para a Apeoesp (sindicato que representa os professores da rede pública), as declarações da secretária não passam de "demagogia". "Falam tudo isso, mas estão de olho apenas no dinheiro do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). É pura demagogia", afirmou Ivanci Vieira dos Santos, coordenador da subsede de Diadema do sindicato.

Segundo ele, os resultados das municipalizações ocorridas de 1997, quando iniciaram, até hoje, não justificam novas medidas nesse sentido.

A prefeitura de Santo André receberá R$ 6 milhões do Fundeb, sendo 60% para pagamento de salário e o restante para manutenção.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Escolha: você já fez a sua?

por Débora Martins

 caminho certo caminho certo

NÃO SE PREOCUPE VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO.

TUDO É UMA QUESTÃO DE TEMPO.

Compartilho um pequeno texto de Max Gehringer:

 

Obediência ou rebeldia?

Toda empresa tem aquele grupinho de funcionários contestadores e meio revolucionários.

Eles parecem nunca estar satisfeitos com nada, vivem criticando decisões que a diretoria toma, gostariam que não houvesse tanta burocracia e, principalmente, querem ter liberdade para pensar.

De modo geral, as empresas rotulam pessoas assim com palavras pouco elogiosas: desestabilizadas do ambiente de trabalho ou, simplesmente terroristas.

No inicio de minha carreira, tinha mais ou menos esse perfil. Aos dezoito anos, trabalhava em uma fábrica e, certo dia, a direção decretou que teria que passar a usar jalecos de cor cinza.

A hierarquia seria diferenciada pela cor da gola dos jalecos. Chefes teriam gola azul, supervisores, gola verde, e assim por diante, até os mais humildes, que teriam gola cor de abobora. Bastou uma semana para que a nova moda virasse um festival de vaidades e os mais humildes fossem apelidados de “abobrinhas”.

Como representante da classe dos “abobrinhas”, pendurei no quadro de avisos da fábrica um papel com a seguinte frase: “se a cor do colarinho fosse sinal de prestígio, o palhaço seria dono do circo”. Tomei a minha primeira advertência por escrito, que está guardada com carinho até hoje.

Muitos anos depois, aquela empresa fez uma festa e vários ex-funcionários foram convidados, inclusive eu. Para minha surpresa, recebi uma homenagem. Fiquei ainda mais surpreso quando descobri que outras pessoas que estavam sendo homenageadas eram exatamente aquelas que a empresa não via com bons olhos em tempos passados. Os terroristas que estavam sempre ameaçados de ir para a rua se não se comportassem. Agora, essa gente era classificada como criativa e inovadora.

Então, se alguém aí está na marca do pênalti porque vive dizendo o que pensa dentro da empresa, tudo é uma simples questão de escolha: estabilidade hoje ou felicidade amanhã. Porque o presente só premia os obedientes. Mas o futuro será sempre grato aos rebeldes.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Educação – Santo André

O Projeto de Lei nº 042/2009, que altera o Anexo I da Lei nº 6.833, de 15 de outubro de 1991, que dispões sobre o Estatuto do Magistério Municipal, deverá ser aprovado nos próximos dias.

A mudança prevê melhor organização a carga horária dos professores de educação infantil e ensino fundamental de forma a otimizar o trabalho docente e aproveitar adequadamente os recursos públicos.

O Poder Executivo Municipal acredita que a ampliação de uma hora diária na prestação do serviço educacional garantirá aos alunos das escolas municipais, ao final dos anos do ensino fundamental, o equivalente a mais um ano letivo de estudo, dando às nossas crianças a oportunidade de melhor assimilar os conteúdos de cada série. O professor poderá estreitar o vinculo com os alunos, investindo mais uma hora semanal no planejamento de suas atividades.

O Executivo aguarda que seja aprovada e transformada em lei na maior brevidade possível,nos termos do que preceitua o paragrafo 45 da Lei Orgânica do Município.

Acesse o PROJETO DE LEI Nº 042, DE 26.11.2009

Fonte: Prefeitura de Santo André (26 de novembro de 2009)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Incentivo à leitura

24/11/2009 - 21h45

SP quer distribuir 1 milhão de livros na rede municipal de ensino

da Livraria da Folha

A Prefeitura de São Paulo e a CBL (Câmara Brasileira do Livro) lançaram, nesta terça (24), a 3ª edição do projeto "Minha Biblioteca", com previsão de distribuir 1 milhão de livros para cerca de 500 mil alunos da rede municipal de ensino.

O evento, realizado na marquise do parque Ibirapuera, teve a participação de 500 alunos. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) disse que o projeto procura motivar os alunos da rede pública a criarem o hábito da leitura.

Alexandre Schneider, secretário municipal de Educação, afirmou que a parceria com a CBL permitiu a aquisição de livros por preços menores.

Na festa do programa "Minha Biblioteca", 13 grupos de estudantes de escolas públicas realizaram diversas atividades organizadas pela editoras integrantes do projeto, como minibiblioteca para leitura, contação de histórias, oficina de escrita, aula de pintura, dramatização de histórias, entre outras.

Para conhecer mais: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=33698

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Em dias de SARESP…

Em dias de SARESP um pouco de Paulo Freire para reflexão:

 

“Os interesses mercantis chegam aos setores mais íntimos da educação. Por exemplo, os sistemas nacionais de avaliação, tão necessários, muitas vezes nascem de pressões pela criação de indicadores que favoreçam a libertação de verbas para programas de formatação ou de investimentos. Tudo isso leva a uma distorção discreta, mas eficaz da autonomia da educação em pautar suas prioridades e finalidades. Sem negar a necessidade de comparar os resultados concretos da educação escolar – afinal, é um ato de democracia a prestação de contas dos gastos de recursos públicos –, será a finalidade do educador brasileiro ter alunos com índices de conhecimento iguais aos da Finlândia?

Para estudar mais: Folha Explica Paulo Freire – Fernando José de Almeida

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Uniforme Escolar

Um jornal da região publicou uma matéria sobre os uniformes escolares e aponta que os alunos terminarão o ano sem os mesmos.

Interessante!!!

A verba destinada para esse fim deveria estar prevista no orçamento organizado  no ano letivo de 2008, isso significa que os novos dirigentes dos municípios já sabiam que não seria possível comprar esse material. Certo?

Os municípios que providenciaram os uniformes, certamente realizaram um planejamento anterior.

Talvez a comunidade escolar não tenha clareza dos tramites legais quando se trata do dinheiro público.

 

No site do MEC você encontra informações sobre audiência pública: Contribuição da sociedade pode aprimorar compra de uniformes

 

Os interessados em ler a reportagem sobre os uniformes Clique aqui

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