domingo, 15 de abril de 2012
Seminário Redes Sociais realizado em Santo André
sexta-feira, 16 de março de 2012
Vídeos: Redes Sociais
Redes Sociais - Ep. 4 - Marketing Pessoal
Fonte: Programa "Deu Paula na TV": http://tvcultura.cmais.com.br/deupaulanatv/playlist-4-redes-sociais acessado em 16/03/2012.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Alunos e professores amigos no Facebook?
Alunos e professores amigos no Facebook?
Posted By Tory Oliveira On 14 de setembro de 2011 @ 10:50 In Carta na Escola,Tecnologia
Guia é lançado, mas o uso de redes sociais não é unanimidade nas escolas. Por Tory Oliveira. Ilustração: Nina Moraes
Os professores são o novo alvo do Facebook, rede social que, com sete anos de vida, reúne pelo menos 750 milhões de usuários em todo o mundo – no Brasil eram 6 milhões em 2010, data do último dado oficial. De olho no universo escolar, a empresa de Mark Zuckerberg criou uma espécie de “manual de uso”. Gratuito para download, o guia Facebook for Educators (disponível ainda apenas em língua inglesa) [2] traz 18 páginas com orientações e possibilidades de uso em sala de aula elaboradas por dois consultores em educação e tecnologia, Linda Fogg Phillips e Derek Baird, além do psicólogo BJ Fogg. A proposta chega no momento em que as questões ligadas à internet estão em efervescência na escola. Afinal, as redes sociais devem ou não ser usadas para fins educativos?
A polêmica é grande. Inclusive, em países com altíssima difusão das redes sociais, como os Estados Unidos. Para se ter uma ideia do imbróglio, o estado norte-americano do Missouri aprovou uma controversa lei que, em tese, restringe a interação entre professores e alunos em redes sociais. Apelidado de “Ato Amy Hestir de Proteção ao Estudante”, a lei proíbe que professores mantenham conversas on-line não públicas com alunos, como acontece no chat do Facebook ou via Direct Message no Twitter, por exemplo.
No Brasil, o terreno também é arenoso, já que ainda não existe uma legislação específica para a internet. No caso das redes sociais, há um contrassenso. Embora seja comum professores “adicionarem” seus alunos – e vice-versa –, na maioria das escolas Facebook, Orkut ou MSN são programas bloqueados. É possível ignorar que essa comunicação exista e separá-la do ambiente escolar? “Vivemos em uma sociedade em que estar conectado é parte da vida de todas as pessoas. A aproximação entre alunos e professores nesse contexto é possível e válida, mas é preciso pensar que tipo de relação estabelecer. Afinal, a mediação da relação entre professores e alunos é profissional”, aponta Lilian Starobinas, doutoranda da Faculdade de Educação da USP e pesquisadora da Escola do Futuro. A especialista acredita que as redes sociais podem ser usadas como ferramentas pedagógicas. Além de ajudar os alunos a fazer uso consciente da rede, o professor poderia encontrar maneiras de agregar valor educacional ao uso da rede social, como, por exemplo, a criação de um perfil de personagem histórico no Facebook para interagir com os alunos.
O GUIA
Dividido em sete capítulos, o manual traz orientações que vão desde a elaboração de uma política específica para uso de redes sociais na escola até explicações que desmistificam o funcionamento da rede. No documento é possível encontrar informações detalhadas sobre o que é “perfil”, “página” e “grupo”, além de orientações sobre configurações de privacidade.
De acordo com Linda Phillips, autora também de Facebook for Parents (Facebook para Pais), “a necessidade de um guia específico que abordasse as preocupações dos educadores e ensinasse como utilizar o Facebook dentro do processo educacional era óbvia”. Lilian Starobinas ressalta que o professor precisa saber claramente a maneira de atuar nas redes sociais: “Conhecer tanto a dinâmica dos relacionamentos quanto da circulação da informação”.
REGRAS NA REDE
Conhecer melhor ferramentas como o Facebook é uma preocupação das escolas que estão buscando se conectar com as novas tecnologias. Renata Americano, coordenadora pedagógica do Fundamental I da Escola Viva, conta que, principalmente no caso dos alunos mais novos, a instituição particular localizada em São Paulo recomenda ir com calma. “A gente não tem como gerenciar tudo isso”, explica.
A necessidade de se interar sobre as redes sociais levou a escola a buscar uma consultoria jurídica no assunto. Além de conversar com os pais dos alunos, a recomendação estabelecida foi que os professores não adicionassem alunos como “amigos” em seus perfis pessoais – para os que já haviam feito isso, o pedido foi que removessem os alunos da rede de amizades virtuais. Segundo a coordenadora, a medida é cautelar. “Não somos contra a tecnologia, mas o Facebook ainda é um espaço que estamos tentando entender”, esclarece.
Também localizada em São Paulo, a escola Stance Dual optou por não restringir a interação de professores e alunos via rede social. A escola trabalha com ferramentas da internet e costuma realizar atividades com os estudantes nesses espaços há cinco anos. Apenas o MSN é bloqueado. No começo do ano, foram comprados 26 laptops para serem usados também dentro da sala de aula. Por conta disso, a escola realizou um treinamento com todos os professores, orientando-os sobre o uso das ferramentas disponíveis na rede. “É uma forma de os professores também participarem dessa formação do aluno”, defende Cláudia Mandaio, assistente de tecnologia de informação da instituição.
Apesar de não ser uma política oficial, a coordenação da Stance Dual apenas recomenda que os professores criem perfis específicos para se comunicarem com os alunos no ambiente virtual, o que evitaria a exposição da vida pessoal do educador. Foi o que fez a professora de Teatro, Barbara Araújo, ao adotar a ferramenta como suporte para a construção do roteiro de uma peça teatral. A princípio, as duas turmas do 9º ano do Ensino Fundamental optaram por escrever o roteiro com a ferramenta de edição de texto oferecida pelo Google – o Google Docs. Entretanto, como não tinham o costume de utilizar o Docs, os estudantes acabavam não interagindo entre si ou com a professora.
A solução partiu de uma aluna, que sugeriu o Facebook. Depois de criar um perfil só para a função, Barbara criou um grupo- para as classes. “Todo mundo pode escrever, participar e editar, vira um texto realmente coletivo”, analisa. Além disso, a professora aponta que o uso do Facebook agilizou a produção: “Antes precisava digitar, ler, imprimir. No Facebook eu tenho a resposta na hora, porque os alunos estão sempre lá”. No entanto, a educadora admite que a experiência não teria sido tão positiva, caso ela tivesse compartilhado seu perfil pessoal. “O Facebook ainda é um jogo entre o público e o privado”, reflete.
Como usar o Facebook
• Baseado em compartilhamento de informação e comunicação, permite controlar o acesso ao seu perfil. Basta clicar em “Conta”, “Configuração de privacidade” e escolher quem pode visualizar seus dados pessoais, o que você posta no mural ou suas fotos.
• Nesta mesma seção, é possível tornar o controle mais específico e escolher quais tópicos todos podem ver (por exemplo, informações de contato como e-mail) e quais você gostaria que ficassem privados (como fotos da família).
• Caso você adicione seus alunos em seu perfil pessoal, é possível controlar o que eles poderão visualizar do seu perfil. Existe uma ferramenta para impedir pessoas específicas de interagirem com você ou de ver suas informações no Facebook. Clique em “Conta”, “Configuração de Privacidade” e “Listas de Bloqueio”.
• O controle também funciona sobre quem pode “marcar” suas fotos ou posts. Se você não deseja que a marcação apareça, remova-a da foto e do vídeo. Isso também impede que ela apareça em seu perfil.
• A rigor, apenas maiores de 13 anos podem criar uma conta no Facebook. A regra também vale para o Brasil. É possível denunciar a existência de perfis com idades falsas por meio de um link disponível dentro da rede social. Uma vez denunciado, o perfil fake é deletado pela empresa.
• Até o usuário completar 18 anos, o perfil funciona de maneira ligeiramente diferente – ele não aparecerá em resultados de busca pelo nome da pessoa em sites como o Google e suas atualizações só poderão ser vistas pelos amigos ou amigos de amigos.
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[2] Facebook for Educators (disponível ainda apenas em língua inglesa): http://facebookforeducators.org/
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Inquietações
Minhas inquietações com a educação são intermináveis e penso que é exatamente isso que possibilita novas pesquisas, novas buscas, novas reflexões,novas amizades virtuais, novas leituras…
Ontem ouvi Pierre Levy dizer “Somos a Geração do Presente” e já repeti inúmeras vezes nas redes sociais, através da escrita, e através da fala com algumas pessoas que encontrei. Essa frase representa o que penso sobre a educação contemporânea em todas as suas vertentes.
Está na hora de deixar o saudosismo de lado, embora nos faça bem, e acompanhar as mudanças da educação. Precisamos abraçar o que é nosso: a educação. Nosso, que fique claro, dos profissionais da educação. Deixo claro pois muitos são os individuos que tomaram a educação para si e divulgam seus pensamentos sobre o assunto para TODOS.
A velocidade das informações nem sempre acompanha a nossa disponibilidade em tê-las principalmente quando está acompanhada da tecnologia. Hoje, a informação é de todos já que podemos, e temos o dever, de compartilhar com os colegas.
Leia aqui um pouco do que Pierre Levy compartilhou.
Seguimos conversando!
Abraços,
Débora Martins
sábado, 23 de julho de 2011
Meu #TwitterMix
Em tempos de redes sociais, uso da internet, ou melhor, bom uso da internet acompanhei o Twitter Mix que aconteceu nesse sábado e teve como um dos seus temas: Como as redes sociais podem proporcionar a relação entre gerações?
Com tudo que ouvi e li na twitcam meus pensamentos ficaram borbulando. Primeiro pela possibilidade de acompanhar em tempo real uma ação que aconteceu do outro lado de São Bernardo do Campo-SP, depois por poder tuitar minhas reflexões também em tempo real, depois por encontrar várias pessoas “virtual-tempo real” que concordam com os meus pensamentos, enfim, por interargir com as quase 50 pessoas mais o palestrante do sofá da minha casa.
O uso da TIC e das redes sociais dentro dos espaços de educação formal (formal no sentido de escola pública ou privada onde o aluno está regularmente matriculado em uma série e/ou ano) é uma discusão que enfrenta tabus. De um lado o sistema, que por si só é tradicional e controlador, do outro lado os alunos que estão inseridos na avalanche de informações e que muitas vezes não sabem como fazer bom uso de tudo.
Parte dos profissionais da educação dizem: “Bom era na minha época”. Esquecem que o tempo, a época é hoje, os alunos são os de hoje com suas diferenças, com acesso a informações, com possibilidade de fazer bom uso, ou não, depende do planejamento e da intencionalidade pedagógica do professor.
Por conta das informações em tempo real vindas de várias fontes o professor cria alguns mitos sobre o uso das redes sociais. Não só professor, mas também: os gestores, os supervisores, os secretários, os gerentes e vale citar que “os mitos” estão presentes em outros locais de trabalho,não só na educação. Não é necessário ter medo de utilizar as redes sociais nas escolas. As possibilidades e uso estão em nossas mãos. É possível, por exemplo, configurar a privacidade do facebook para ficar mais seguro na utilização com os alunos. O twitter é uma plataforma de rede social que foi reinventado pelas pessoas como rede social. Já a utilidade cabe, ao educador, planejar uma twitcam entre escolas, é uma boa estratégia.
Boa parte das escolas contam com o laboratório de informática, mas teremos muito trabalho pela frente iniciando pela discussão de que espaços bem equipados e jogos não garatem o bom uso da web. É preciso revisitar o currículo,inserir a discussão da ética nas redes e mudar/focar o olhar para as possibiliddes da aprendizagem colaborativa com o uso do computador na sala de aula.
E como os alunos já estão na escola, são os alunos de hoje, talvez, não será possível aguardar a manisfestação do SISTEMA,ou, justificar a não manisfetação, como já dito: é tradicional e controlador por si só. Probir o uso das redes sociais não é o melhor caminho: não temos o controle do acesso fora dos muros da escola.
Ação Já!
Em tempo…
Essas reflexões são do “meu #TwitterMix”! “Meu” no sentido de minhas reflexões, meus “repensares”, minha vontade de compartilhar por aqui, “meu” acreditar que o ser humano aprende sempre, que não está pronto, que sua melhor forma é a desse exato momento…
Colaboração:
Iris Porto - @irisporto
Léa Fagundes - @leafagundes
ONG da Rute - @ongdarute
Patricia Mendonça - @patrimm
Rute Vera Mª Favero - @rutevera
Sonia Bertocchi - @SoniaBertocchi
Twitter Mix - @Twiter_Mix
Volney Faustini - @volneyf
Para ler mais sobre as hashtags #TwitterMix
domingo, 12 de junho de 2011
Redes Sociais na Escola
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Quem sou eu
- Débora Martins
- São Bernardo do Campo, São Paulo, Brazil
- Professora, Pedagoga,Psicopedagoga, Mestranda em Educação, esposa, mãe,formadora de professores.
