Testando Screenr com voz:
Testando o Screenr sem som
Se estivesse vivo, Paulo Freire completaria 90 anos no último 19 de setembro e a TVT fez uma série de reportagens sobre este educador que deixou sua marca na educação brasileira. Confira:
Hoje sabemos que por definição a educação é inclusiva e não existe a possibilidade de apontarmos se, esse ou aquele aluno, deveria frequentar a “sala de aula regular”. Não está em discussão se queremos um sistema educacional inclusivo, essa questão já está definida. Precisamos observar, avaliar, refletir e planejar sobre “o como o aluno está incluso na escola.
Quando penso minhas ações na educação, automaticamente, planejo ações que contemple todos.
Para estudar mais:
Outras referências:
AMARAL, L. A. Do Olimpo ao mundo dos mortais ou dando nomes aos bois. São Paulo: Edmetec, 1988, p. 5-15. Currículo do Estado de São Paulo. Disponível em http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/
arquivos/PropostaCurricularGeral_Internet_md.pdf GALVÃO FILHO, T. A.; & DAMASCENO, L. L. "Tecnologias assistivas para autonomia do aluno com necessidades educacionais especiais". Inclusão - Revista da Educação Especial, Brasília, jul. 2006. Disponível emhttp://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12625&Itemid=860 MARCONDES, A. M. Encaminhar para a saúde quem vai mal na educação: um ciclo vicioso? Disponível emhttp://mariantonia.locaweb.com.br/adriana_m_machado.pdf MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial n. 555, de 05 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria n. 948, de 09 de outubro de 2007. Disponível em http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/
politica.pdf MELO, Z. M. Os estigmas: a deterioração da identidade social. Disponível em
http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/anaispdf/estigmas.pdf RODRIGUES, D. "Desenvolver a educação inclusiva – dimensões do desenvolvimento profissional". Inclusão - Revista de Educação Especial, Brasília, v. 4, n. 2, p. 7-16, jul./out. 2008. Disponível em http://portal.mec.gov.br/
index.php?option=com_content&view=article&id=12625&Itemid=860 SANCHEZ, A. P. "Educação inclusiva: um meio de construir escolas para todos no século XXI". Inclusão – Revista da Educação Especial, Brasília, out. 2005. Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_cont
ent&view=article&id=12625&Itemid=860
Afinal, a educação a distância e as novas modalidades de ensino e aprendizagem ampliam o acesso à educação de qualidade ou desqualificam o processo educativo? Qual o verdadeiro papel das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano das escolas e dos cursos de formação profissional?
Ao longo deste livro, José Armando Valente, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e José Manuel Moran, professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), respondem a essas e outras perguntas, estabelecendo um diálogo instigante e atual, que interessa a todos os que estudam os processos educativos. Trata- se, pois, de um debate sobre as importantes e polêmicas questões que perpassam as complexas relações entre tecnologia e educação neste início de século.
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Educação Integral e Currículo:
ampliando os horizontes para a construção da cidadania
03 e 04 de outubro de 2011
Inscrições - 19 a 28/09/2011
Inscrições para Relatos de Experiência - 19 a 26/09/2011
Divulgação - 29/09/2011
O Seminário Estadual de Educação Integral é uma ação organizada pelo Comitê Estadual de Educação Integral, que é um colegiado composto por representantes dos municípios de São Paulo que contam com o Programa do Governo Federal de Educação integral: Mais Educação.
O Segundo Seminário Estadual de Educação Integral será sediado em São Bernardo do Campo e acontecerá no dia 03 e 04 de outubro de 2011. O tema desse encontro será “Educação Integral e Currículo: ampliando os horizontes para a construção da cidadania”.
A programação do evento contará com cerimonial, mesas redondas, grupos de trabalho, além de programação artística e cultural e exposições interativas, ampliando as discussões sobre os rumos e os impactos do Programa Mais Educação na Grande São Paulo.
O Seminário terá a presença de professores, monitores, coordenadores, orientadores pedagógicos, orientadores técnicos, diretores, Secretários de Educação, Prefeitos, representantes do Ministério da Educação, representantes de instituições públicas e privadas e demais autoridades.
O seminário será composto por grupos de trabalho que foram definidos durante as reuniões da Comissão Organizadora do Seminário, ocorridas entre os meses de junho a setembro, com participação de representantes das secretarias municipais de educação participantes do Comitê Estadual de Educação Integral. Durante os grupos de trabalho haverá espaço para relatos de experiências de gestores e professores nos temas dos grupos de trabalho.
Inscrições e outras informações aqui.
Alunos e professores amigos no Facebook?
Posted By Tory Oliveira On 14 de setembro de 2011 @ 10:50 In Carta na Escola,Tecnologia
Guia é lançado, mas o uso de redes sociais não é unanimidade nas escolas. Por Tory Oliveira. Ilustração: Nina Moraes
Os professores são o novo alvo do Facebook, rede social que, com sete anos de vida, reúne pelo menos 750 milhões de usuários em todo o mundo – no Brasil eram 6 milhões em 2010, data do último dado oficial. De olho no universo escolar, a empresa de Mark Zuckerberg criou uma espécie de “manual de uso”. Gratuito para download, o guia Facebook for Educators (disponível ainda apenas em língua inglesa) [2] traz 18 páginas com orientações e possibilidades de uso em sala de aula elaboradas por dois consultores em educação e tecnologia, Linda Fogg Phillips e Derek Baird, além do psicólogo BJ Fogg. A proposta chega no momento em que as questões ligadas à internet estão em efervescência na escola. Afinal, as redes sociais devem ou não ser usadas para fins educativos?
A polêmica é grande. Inclusive, em países com altíssima difusão das redes sociais, como os Estados Unidos. Para se ter uma ideia do imbróglio, o estado norte-americano do Missouri aprovou uma controversa lei que, em tese, restringe a interação entre professores e alunos em redes sociais. Apelidado de “Ato Amy Hestir de Proteção ao Estudante”, a lei proíbe que professores mantenham conversas on-line não públicas com alunos, como acontece no chat do Facebook ou via Direct Message no Twitter, por exemplo.
No Brasil, o terreno também é arenoso, já que ainda não existe uma legislação específica para a internet. No caso das redes sociais, há um contrassenso. Embora seja comum professores “adicionarem” seus alunos – e vice-versa –, na maioria das escolas Facebook, Orkut ou MSN são programas bloqueados. É possível ignorar que essa comunicação exista e separá-la do ambiente escolar? “Vivemos em uma sociedade em que estar conectado é parte da vida de todas as pessoas. A aproximação entre alunos e professores nesse contexto é possível e válida, mas é preciso pensar que tipo de relação estabelecer. Afinal, a mediação da relação entre professores e alunos é profissional”, aponta Lilian Starobinas, doutoranda da Faculdade de Educação da USP e pesquisadora da Escola do Futuro. A especialista acredita que as redes sociais podem ser usadas como ferramentas pedagógicas. Além de ajudar os alunos a fazer uso consciente da rede, o professor poderia encontrar maneiras de agregar valor educacional ao uso da rede social, como, por exemplo, a criação de um perfil de personagem histórico no Facebook para interagir com os alunos.
O GUIA
Dividido em sete capítulos, o manual traz orientações que vão desde a elaboração de uma política específica para uso de redes sociais na escola até explicações que desmistificam o funcionamento da rede. No documento é possível encontrar informações detalhadas sobre o que é “perfil”, “página” e “grupo”, além de orientações sobre configurações de privacidade.
De acordo com Linda Phillips, autora também de Facebook for Parents (Facebook para Pais), “a necessidade de um guia específico que abordasse as preocupações dos educadores e ensinasse como utilizar o Facebook dentro do processo educacional era óbvia”. Lilian Starobinas ressalta que o professor precisa saber claramente a maneira de atuar nas redes sociais: “Conhecer tanto a dinâmica dos relacionamentos quanto da circulação da informação”.
REGRAS NA REDE
Conhecer melhor ferramentas como o Facebook é uma preocupação das escolas que estão buscando se conectar com as novas tecnologias. Renata Americano, coordenadora pedagógica do Fundamental I da Escola Viva, conta que, principalmente no caso dos alunos mais novos, a instituição particular localizada em São Paulo recomenda ir com calma. “A gente não tem como gerenciar tudo isso”, explica.
A necessidade de se interar sobre as redes sociais levou a escola a buscar uma consultoria jurídica no assunto. Além de conversar com os pais dos alunos, a recomendação estabelecida foi que os professores não adicionassem alunos como “amigos” em seus perfis pessoais – para os que já haviam feito isso, o pedido foi que removessem os alunos da rede de amizades virtuais. Segundo a coordenadora, a medida é cautelar. “Não somos contra a tecnologia, mas o Facebook ainda é um espaço que estamos tentando entender”, esclarece.
Também localizada em São Paulo, a escola Stance Dual optou por não restringir a interação de professores e alunos via rede social. A escola trabalha com ferramentas da internet e costuma realizar atividades com os estudantes nesses espaços há cinco anos. Apenas o MSN é bloqueado. No começo do ano, foram comprados 26 laptops para serem usados também dentro da sala de aula. Por conta disso, a escola realizou um treinamento com todos os professores, orientando-os sobre o uso das ferramentas disponíveis na rede. “É uma forma de os professores também participarem dessa formação do aluno”, defende Cláudia Mandaio, assistente de tecnologia de informação da instituição.
Apesar de não ser uma política oficial, a coordenação da Stance Dual apenas recomenda que os professores criem perfis específicos para se comunicarem com os alunos no ambiente virtual, o que evitaria a exposição da vida pessoal do educador. Foi o que fez a professora de Teatro, Barbara Araújo, ao adotar a ferramenta como suporte para a construção do roteiro de uma peça teatral. A princípio, as duas turmas do 9º ano do Ensino Fundamental optaram por escrever o roteiro com a ferramenta de edição de texto oferecida pelo Google – o Google Docs. Entretanto, como não tinham o costume de utilizar o Docs, os estudantes acabavam não interagindo entre si ou com a professora.
A solução partiu de uma aluna, que sugeriu o Facebook. Depois de criar um perfil só para a função, Barbara criou um grupo- para as classes. “Todo mundo pode escrever, participar e editar, vira um texto realmente coletivo”, analisa. Além disso, a professora aponta que o uso do Facebook agilizou a produção: “Antes precisava digitar, ler, imprimir. No Facebook eu tenho a resposta na hora, porque os alunos estão sempre lá”. No entanto, a educadora admite que a experiência não teria sido tão positiva, caso ela tivesse compartilhado seu perfil pessoal. “O Facebook ainda é um jogo entre o público e o privado”, reflete.
Como usar o Facebook
• Baseado em compartilhamento de informação e comunicação, permite controlar o acesso ao seu perfil. Basta clicar em “Conta”, “Configuração de privacidade” e escolher quem pode visualizar seus dados pessoais, o que você posta no mural ou suas fotos.
• Nesta mesma seção, é possível tornar o controle mais específico e escolher quais tópicos todos podem ver (por exemplo, informações de contato como e-mail) e quais você gostaria que ficassem privados (como fotos da família).
• Caso você adicione seus alunos em seu perfil pessoal, é possível controlar o que eles poderão visualizar do seu perfil. Existe uma ferramenta para impedir pessoas específicas de interagirem com você ou de ver suas informações no Facebook. Clique em “Conta”, “Configuração de Privacidade” e “Listas de Bloqueio”.
• O controle também funciona sobre quem pode “marcar” suas fotos ou posts. Se você não deseja que a marcação apareça, remova-a da foto e do vídeo. Isso também impede que ela apareça em seu perfil.
• A rigor, apenas maiores de 13 anos podem criar uma conta no Facebook. A regra também vale para o Brasil. É possível denunciar a existência de perfis com idades falsas por meio de um link disponível dentro da rede social. Uma vez denunciado, o perfil fake é deletado pela empresa.
• Até o usuário completar 18 anos, o perfil funciona de maneira ligeiramente diferente – ele não aparecerá em resultados de busca pelo nome da pessoa em sites como o Google e suas atualizações só poderão ser vistas pelos amigos ou amigos de amigos.
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[2] Facebook for Educators (disponível ainda apenas em língua inglesa): http://facebookforeducators.org/
Acessado em 14/09/2011 - http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/alunos-e-professores-amigos-no-facebook
O Causos do ECA é um concurso promovido pelo Portal Pró-Menino da Fundação Telefônica, com o objetivo de divulgar histórias reais de vidas transformadas pela correta aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Anualmente as histórias premiadas viram livros e, algumas delas, vídeos. Você pode ler todas elas, clicando aqui.
Trata-se de um acervo ímpar, que mostra, por meio da divulgação de casos reais, como é possível implementar o ECA. Uma das categorias, chamada "ECA na Escola", merece especial atenção durante o nosso curso, pois traz exemplos que merecem ser conhecidos e tomados como referência.
Compartilho com todos o vídeo Pequenos Príncipes um curta-metragem baseado numa das histórias finalistas do Concurso Causos do ECA 2010
Fonte: ECA na Escola – Portal Pró-Menino
Encontrei no site do MEC um arquivo com as dúvidas mais frequentes sobre a educação infantil. Destaco as questões 21,22,23, 24 e 25 que estão relacionadas com o P.P.P. para educação infantil.
Você pode acessá-lo aqui.
Espero que auxilie nas discussões.
Compartilhei no twitter sobre o 125º aniversário de Tarsila do Amaral em que o Google a homenageou em seu doodle e Débora Sebrian retornou partilhando o site: Tarsila Site Oficial
Lá é possível encontra atividades complementares para desenvolver trabalhos em casa ou em sala de aula. Os recursos podem ser baixados e executados localmente em seu computador: quebra-cabeça, palavra cruzada, jogo da mémoria e caça palavra.
Confira!
Tentei capturar a tela do tweet: