Compartilho o vídeo:
Débora Martins
Já registrei por aqui minha preocupação pelo percurso criativo das crianças pequenas principalmente quando os pequenos dizem: Desenha para mim? Eu não sei fazer.
Que educação acreditamos? O que queremos de nossas crianças? Essas perguntas seguem os meus pensamentos incansavelmente.
Miguei Arroyo em seu livro Imagens Quebradas indaga: “Nunca deixamos de ver os alunos (…). Mas com que olhar?”
Está na hora de fazer uma educação de verdade com mediação pedagógica planejada respeitando o aluno e não com aquelas que vivemos nos nossos bancos escolares. Os alunos são os de hoje com experiências de vida fora dos muros da escola muito diferentes dos alunos do passado, dos alunos de nossa época (como muitos dizem). Ainda bem que é assim!
É só olhar ao nosso redor e observar os avanços que temos em todas as áreas, e claro, na educação também.
Deixo uma pergunta para reflexão: A educação precisa avançar?
Um sugestão é compartilhar com as crianças na roda de conversa imagens, por exemplo, de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Romero Brito e mediar, após a observação das crianças, de como os artistas desenhavam de formas totalmente diferentes. Que tinham o seu jeito de pintar. Que tinham suas escolhas nas cores. Como suas obras são lindas, cada uma do seu jeito.
Simples assim!
Para estudar mais:
Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de Alunos para Ingresso em 2012 no curso de Especialização em Ciência e Tecnologia, modalidade a distância: uma parceria da UAB com a UFABC.
Leia com atenção o Edital e o Projeto Pedagógico do curso ANTES de preencher a inscrição.
As informações sobre o Processo Seletivo estão aqui.
Em comemoração ao seu 10º aniversário, o Instituto Singularidades traz a público uma reflexão importante para a atualidade brasileira: onde, como e com quais estratégias é possível tornar a carreira docente mais eficaz e atrativa em nosso país? Por isso, realizará o Seminário Inovação e Qualidade na Formação Inicial de Professores, nos dias 7 e 8 de novembro deste ano, em São Paulo.
Confira aqui
Agora testando com a minha voz.
A ferramenta é interessante com a questão de que para aproveitar todos os recursos é necessário fazer a assinatura e pagar uma taxa.
GoAnimate.com: Ensinar by DéboraMartins
Recebi a dica do Go!Animate da colega Elaine Pacheco que também é membro do Grupo Blogs Educativos. Resolvi testar e ver o resultado. A voz mecânica causa estranhamento, penso que com minha voz ficará um pouco melhor.
GoAnimate.com: Paulo Freire by DéboraMartins
Nos estudos para o planejamento da pauta da próxima formação encontrei o texto de José Manuel Moran sobre as escolhas (coerentes ou incoerentes).Compartilho e espero que gostem.
Causar impacto ou fazer escolhas coerentes?
Na vida fazemos escolhas bobas e escolhas significativas. As mais importantes são as que nos levam ao que somos neste momento: que tipo de pessoa nos tornamos? Vivemos para os outros (o que conta é aparência, não a verdade) ou vivemos para nós mesmos? Somos pessoas coerentes ou incoerentes? Procuramos melhorar ou já desistimos? Em que áreas continuamos evoluindo e em quais já não o fazemos?
A tentação é muito grande de seguir a orientação externa, de olhar sempre para os demais para depois agir e, em doses excessivas, nos prejudica muito. A desistência, também. A coerência é complicada, porque nos exige uma constante vigilância contra nossa vontade de enfeitar, de mentir, de esconder, de mascarar. E há mil justificativas para o fingimento. Em curto prazo, lucramos muito mais. Fingir é mais fácil que realizar. A longo prazo, a coerência interna, a aceitação de cada etapa, mesmo do que não conseguimos mudar, é fundamental para o nosso crescimento como pessoas e como profissionais. Demoramos muito mais do que os movidos por marketing, mas a construção costuma ser mais sólida.
Coerência não significa perfeição, domínio de tudo. Coerência significa olhar com tranqüilidade para tudo o que somos e fazemos e procurar não mascarar de nós mesmos o que enxergamos. Onde somos incapazes, o aceitamos e vamos procurando mudar na medida em que nos for possível, mas intimamente sabemos que temos áreas cinzentas de imobilidade e dificuldades.
Podemos escolher viver de aparências ou viver coerentemente. Ambas têm ganhos e perdas. Quem vive de aparências, costuma seduzir mais rapidamente os outros, achar os melhores espaços, ganhar visibilidade, porque a procura intensamente. A médio ou longo prazo, em geral, a construção apresenta furos e costuma fazer algum tipo de água nas pessoas mais perspicazes. A construção da coerência é mais trabalhosa, silenciosa e pouco glamorosa. Alguns querem aparecer, porque o aparecer é um valor e traz muitas vantagens. Outros preferem que o seu trabalho e contribuições falem por si mesmos, e não montam esquemas de marketing para visibilizar-se. Se você tem algo importante para contribuir socialmente, muitos o perceberão, provavelmente num ritmo menor, mas com resultados mais consistentes.
Contribuiremos mais para a educação se mostrarmos coerência crescente entre o que pensamos, o que ensinamos e o que fazemos.
O Colégio Dante Alighieri comemora o seu centenário, mostrando a um só tempo, a tradição e a inovação em um ambiente de muita interatividade.
Confira!
http://www.colegiodante.com.br/dantedigital/programacao.php
No Facebook: www.facebook.com/dantedigital
No Twitter: @Dante_Digital
Se estivesse vivo, Paulo Freire completaria 90 anos no último 19 de setembro e a TVT fez uma série de reportagens sobre este educador que deixou sua marca na educação brasileira. Confira:
Hoje sabemos que por definição a educação é inclusiva e não existe a possibilidade de apontarmos se, esse ou aquele aluno, deveria frequentar a “sala de aula regular”. Não está em discussão se queremos um sistema educacional inclusivo, essa questão já está definida. Precisamos observar, avaliar, refletir e planejar sobre “o como o aluno está incluso na escola.
Quando penso minhas ações na educação, automaticamente, planejo ações que contemple todos.
Para estudar mais:
Outras referências:
AMARAL, L. A. Do Olimpo ao mundo dos mortais ou dando nomes aos bois. São Paulo: Edmetec, 1988, p. 5-15. Currículo do Estado de São Paulo. Disponível em http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/
arquivos/PropostaCurricularGeral_Internet_md.pdf GALVÃO FILHO, T. A.; & DAMASCENO, L. L. "Tecnologias assistivas para autonomia do aluno com necessidades educacionais especiais". Inclusão - Revista da Educação Especial, Brasília, jul. 2006. Disponível emhttp://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12625&Itemid=860 MARCONDES, A. M. Encaminhar para a saúde quem vai mal na educação: um ciclo vicioso? Disponível emhttp://mariantonia.locaweb.com.br/adriana_m_machado.pdf MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial n. 555, de 05 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria n. 948, de 09 de outubro de 2007. Disponível em http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/
politica.pdf MELO, Z. M. Os estigmas: a deterioração da identidade social. Disponível em
http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/anaispdf/estigmas.pdf RODRIGUES, D. "Desenvolver a educação inclusiva – dimensões do desenvolvimento profissional". Inclusão - Revista de Educação Especial, Brasília, v. 4, n. 2, p. 7-16, jul./out. 2008. Disponível em http://portal.mec.gov.br/
index.php?option=com_content&view=article&id=12625&Itemid=860 SANCHEZ, A. P. "Educação inclusiva: um meio de construir escolas para todos no século XXI". Inclusão – Revista da Educação Especial, Brasília, out. 2005. Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_cont
ent&view=article&id=12625&Itemid=860
Afinal, a educação a distância e as novas modalidades de ensino e aprendizagem ampliam o acesso à educação de qualidade ou desqualificam o processo educativo? Qual o verdadeiro papel das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano das escolas e dos cursos de formação profissional?
Ao longo deste livro, José Armando Valente, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e José Manuel Moran, professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), respondem a essas e outras perguntas, estabelecendo um diálogo instigante e atual, que interessa a todos os que estudam os processos educativos. Trata- se, pois, de um debate sobre as importantes e polêmicas questões que perpassam as complexas relações entre tecnologia e educação neste início de século.
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Educação Integral e Currículo:
ampliando os horizontes para a construção da cidadania
03 e 04 de outubro de 2011
Inscrições - 19 a 28/09/2011
Inscrições para Relatos de Experiência - 19 a 26/09/2011
Divulgação - 29/09/2011
O Seminário Estadual de Educação Integral é uma ação organizada pelo Comitê Estadual de Educação Integral, que é um colegiado composto por representantes dos municípios de São Paulo que contam com o Programa do Governo Federal de Educação integral: Mais Educação.
O Segundo Seminário Estadual de Educação Integral será sediado em São Bernardo do Campo e acontecerá no dia 03 e 04 de outubro de 2011. O tema desse encontro será “Educação Integral e Currículo: ampliando os horizontes para a construção da cidadania”.
A programação do evento contará com cerimonial, mesas redondas, grupos de trabalho, além de programação artística e cultural e exposições interativas, ampliando as discussões sobre os rumos e os impactos do Programa Mais Educação na Grande São Paulo.
O Seminário terá a presença de professores, monitores, coordenadores, orientadores pedagógicos, orientadores técnicos, diretores, Secretários de Educação, Prefeitos, representantes do Ministério da Educação, representantes de instituições públicas e privadas e demais autoridades.
O seminário será composto por grupos de trabalho que foram definidos durante as reuniões da Comissão Organizadora do Seminário, ocorridas entre os meses de junho a setembro, com participação de representantes das secretarias municipais de educação participantes do Comitê Estadual de Educação Integral. Durante os grupos de trabalho haverá espaço para relatos de experiências de gestores e professores nos temas dos grupos de trabalho.
Inscrições e outras informações aqui.
Alunos e professores amigos no Facebook?
Posted By Tory Oliveira On 14 de setembro de 2011 @ 10:50 In Carta na Escola,Tecnologia
Guia é lançado, mas o uso de redes sociais não é unanimidade nas escolas. Por Tory Oliveira. Ilustração: Nina Moraes
Os professores são o novo alvo do Facebook, rede social que, com sete anos de vida, reúne pelo menos 750 milhões de usuários em todo o mundo – no Brasil eram 6 milhões em 2010, data do último dado oficial. De olho no universo escolar, a empresa de Mark Zuckerberg criou uma espécie de “manual de uso”. Gratuito para download, o guia Facebook for Educators (disponível ainda apenas em língua inglesa) [2] traz 18 páginas com orientações e possibilidades de uso em sala de aula elaboradas por dois consultores em educação e tecnologia, Linda Fogg Phillips e Derek Baird, além do psicólogo BJ Fogg. A proposta chega no momento em que as questões ligadas à internet estão em efervescência na escola. Afinal, as redes sociais devem ou não ser usadas para fins educativos?
A polêmica é grande. Inclusive, em países com altíssima difusão das redes sociais, como os Estados Unidos. Para se ter uma ideia do imbróglio, o estado norte-americano do Missouri aprovou uma controversa lei que, em tese, restringe a interação entre professores e alunos em redes sociais. Apelidado de “Ato Amy Hestir de Proteção ao Estudante”, a lei proíbe que professores mantenham conversas on-line não públicas com alunos, como acontece no chat do Facebook ou via Direct Message no Twitter, por exemplo.
No Brasil, o terreno também é arenoso, já que ainda não existe uma legislação específica para a internet. No caso das redes sociais, há um contrassenso. Embora seja comum professores “adicionarem” seus alunos – e vice-versa –, na maioria das escolas Facebook, Orkut ou MSN são programas bloqueados. É possível ignorar que essa comunicação exista e separá-la do ambiente escolar? “Vivemos em uma sociedade em que estar conectado é parte da vida de todas as pessoas. A aproximação entre alunos e professores nesse contexto é possível e válida, mas é preciso pensar que tipo de relação estabelecer. Afinal, a mediação da relação entre professores e alunos é profissional”, aponta Lilian Starobinas, doutoranda da Faculdade de Educação da USP e pesquisadora da Escola do Futuro. A especialista acredita que as redes sociais podem ser usadas como ferramentas pedagógicas. Além de ajudar os alunos a fazer uso consciente da rede, o professor poderia encontrar maneiras de agregar valor educacional ao uso da rede social, como, por exemplo, a criação de um perfil de personagem histórico no Facebook para interagir com os alunos.
O GUIA
Dividido em sete capítulos, o manual traz orientações que vão desde a elaboração de uma política específica para uso de redes sociais na escola até explicações que desmistificam o funcionamento da rede. No documento é possível encontrar informações detalhadas sobre o que é “perfil”, “página” e “grupo”, além de orientações sobre configurações de privacidade.
De acordo com Linda Phillips, autora também de Facebook for Parents (Facebook para Pais), “a necessidade de um guia específico que abordasse as preocupações dos educadores e ensinasse como utilizar o Facebook dentro do processo educacional era óbvia”. Lilian Starobinas ressalta que o professor precisa saber claramente a maneira de atuar nas redes sociais: “Conhecer tanto a dinâmica dos relacionamentos quanto da circulação da informação”.
REGRAS NA REDE
Conhecer melhor ferramentas como o Facebook é uma preocupação das escolas que estão buscando se conectar com as novas tecnologias. Renata Americano, coordenadora pedagógica do Fundamental I da Escola Viva, conta que, principalmente no caso dos alunos mais novos, a instituição particular localizada em São Paulo recomenda ir com calma. “A gente não tem como gerenciar tudo isso”, explica.
A necessidade de se interar sobre as redes sociais levou a escola a buscar uma consultoria jurídica no assunto. Além de conversar com os pais dos alunos, a recomendação estabelecida foi que os professores não adicionassem alunos como “amigos” em seus perfis pessoais – para os que já haviam feito isso, o pedido foi que removessem os alunos da rede de amizades virtuais. Segundo a coordenadora, a medida é cautelar. “Não somos contra a tecnologia, mas o Facebook ainda é um espaço que estamos tentando entender”, esclarece.
Também localizada em São Paulo, a escola Stance Dual optou por não restringir a interação de professores e alunos via rede social. A escola trabalha com ferramentas da internet e costuma realizar atividades com os estudantes nesses espaços há cinco anos. Apenas o MSN é bloqueado. No começo do ano, foram comprados 26 laptops para serem usados também dentro da sala de aula. Por conta disso, a escola realizou um treinamento com todos os professores, orientando-os sobre o uso das ferramentas disponíveis na rede. “É uma forma de os professores também participarem dessa formação do aluno”, defende Cláudia Mandaio, assistente de tecnologia de informação da instituição.
Apesar de não ser uma política oficial, a coordenação da Stance Dual apenas recomenda que os professores criem perfis específicos para se comunicarem com os alunos no ambiente virtual, o que evitaria a exposição da vida pessoal do educador. Foi o que fez a professora de Teatro, Barbara Araújo, ao adotar a ferramenta como suporte para a construção do roteiro de uma peça teatral. A princípio, as duas turmas do 9º ano do Ensino Fundamental optaram por escrever o roteiro com a ferramenta de edição de texto oferecida pelo Google – o Google Docs. Entretanto, como não tinham o costume de utilizar o Docs, os estudantes acabavam não interagindo entre si ou com a professora.
A solução partiu de uma aluna, que sugeriu o Facebook. Depois de criar um perfil só para a função, Barbara criou um grupo- para as classes. “Todo mundo pode escrever, participar e editar, vira um texto realmente coletivo”, analisa. Além disso, a professora aponta que o uso do Facebook agilizou a produção: “Antes precisava digitar, ler, imprimir. No Facebook eu tenho a resposta na hora, porque os alunos estão sempre lá”. No entanto, a educadora admite que a experiência não teria sido tão positiva, caso ela tivesse compartilhado seu perfil pessoal. “O Facebook ainda é um jogo entre o público e o privado”, reflete.
Como usar o Facebook
• Baseado em compartilhamento de informação e comunicação, permite controlar o acesso ao seu perfil. Basta clicar em “Conta”, “Configuração de privacidade” e escolher quem pode visualizar seus dados pessoais, o que você posta no mural ou suas fotos.
• Nesta mesma seção, é possível tornar o controle mais específico e escolher quais tópicos todos podem ver (por exemplo, informações de contato como e-mail) e quais você gostaria que ficassem privados (como fotos da família).
• Caso você adicione seus alunos em seu perfil pessoal, é possível controlar o que eles poderão visualizar do seu perfil. Existe uma ferramenta para impedir pessoas específicas de interagirem com você ou de ver suas informações no Facebook. Clique em “Conta”, “Configuração de Privacidade” e “Listas de Bloqueio”.
• O controle também funciona sobre quem pode “marcar” suas fotos ou posts. Se você não deseja que a marcação apareça, remova-a da foto e do vídeo. Isso também impede que ela apareça em seu perfil.
• A rigor, apenas maiores de 13 anos podem criar uma conta no Facebook. A regra também vale para o Brasil. É possível denunciar a existência de perfis com idades falsas por meio de um link disponível dentro da rede social. Uma vez denunciado, o perfil fake é deletado pela empresa.
• Até o usuário completar 18 anos, o perfil funciona de maneira ligeiramente diferente – ele não aparecerá em resultados de busca pelo nome da pessoa em sites como o Google e suas atualizações só poderão ser vistas pelos amigos ou amigos de amigos.
Article printed from CartaCapital: http://www.cartacapital.com.br
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[1] Image: http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/alunos-e-professores-amigos-no-facebook/attachment/face
[2] Facebook for Educators (disponível ainda apenas em língua inglesa): http://facebookforeducators.org/
Acessado em 14/09/2011 - http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/alunos-e-professores-amigos-no-facebook
O Causos do ECA é um concurso promovido pelo Portal Pró-Menino da Fundação Telefônica, com o objetivo de divulgar histórias reais de vidas transformadas pela correta aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Anualmente as histórias premiadas viram livros e, algumas delas, vídeos. Você pode ler todas elas, clicando aqui.
Trata-se de um acervo ímpar, que mostra, por meio da divulgação de casos reais, como é possível implementar o ECA. Uma das categorias, chamada "ECA na Escola", merece especial atenção durante o nosso curso, pois traz exemplos que merecem ser conhecidos e tomados como referência.
Compartilho com todos o vídeo Pequenos Príncipes um curta-metragem baseado numa das histórias finalistas do Concurso Causos do ECA 2010
Fonte: ECA na Escola – Portal Pró-Menino
Encontrei no site do MEC um arquivo com as dúvidas mais frequentes sobre a educação infantil. Destaco as questões 21,22,23, 24 e 25 que estão relacionadas com o P.P.P. para educação infantil.
Você pode acessá-lo aqui.
Espero que auxilie nas discussões.
Compartilhei no twitter sobre o 125º aniversário de Tarsila do Amaral em que o Google a homenageou em seu doodle e Débora Sebrian retornou partilhando o site: Tarsila Site Oficial
Lá é possível encontra atividades complementares para desenvolver trabalhos em casa ou em sala de aula. Os recursos podem ser baixados e executados localmente em seu computador: quebra-cabeça, palavra cruzada, jogo da mémoria e caça palavra.
Confira!
Tentei capturar a tela do tweet:
Ficar sem poder ler e escrever e-mails, acompanhar os seus compromissos ou acessar os seus documentos devido a falta de conexão com a internet, não é das coisas mais agradáveis. Pensando nisso, o Google acaba de adicionar, ao Gmail, Google Docs e Calendar a possibilidade de acessar estes serviços mesmo que não haja conexão com a rede.
Para acessar o Gmail sem estar conectado, o usuário deverá, obrigatoriamente, utilizar o Google Chrome e ter o aplicativo Offline Google Mail instalado no navegador. Na primeira vez que o app é acessado, o usuário deve optar por permitir ou não que os e-mails sejam armazenados localmente. Na mesma tela, o Google alerta que tal funcionalidade não deve ser ativada em computadores público e que o usuário poderá voltar atrás em sua decisão futuramente.
Fonte: Google Discovery
Minhas inquietações com a educação são intermináveis e penso que é exatamente isso que possibilita novas pesquisas, novas buscas, novas reflexões,novas amizades virtuais, novas leituras…
Ontem ouvi Pierre Levy dizer “Somos a Geração do Presente” e já repeti inúmeras vezes nas redes sociais, através da escrita, e através da fala com algumas pessoas que encontrei. Essa frase representa o que penso sobre a educação contemporânea em todas as suas vertentes.
Está na hora de deixar o saudosismo de lado, embora nos faça bem, e acompanhar as mudanças da educação. Precisamos abraçar o que é nosso: a educação. Nosso, que fique claro, dos profissionais da educação. Deixo claro pois muitos são os individuos que tomaram a educação para si e divulgam seus pensamentos sobre o assunto para TODOS.
A velocidade das informações nem sempre acompanha a nossa disponibilidade em tê-las principalmente quando está acompanhada da tecnologia. Hoje, a informação é de todos já que podemos, e temos o dever, de compartilhar com os colegas.
Leia aqui um pouco do que Pierre Levy compartilhou.
Seguimos conversando!
Abraços,
Débora Martins
Com acesso gratuito, o game foi desenvolvido pelo Instituto Paramitas, em Parceria com a Child Protection Partnership ( CPP ) do Canadá, baseado em ideias de estudantes brasileiros.
Uma galáxia formada por planetas como Googs, Vírus e Chat é o ambiente virtual de um game construído a partir de ideias de estudantes brasileiros. O Galáxia Net foi desenvolvido pelo Instituto Paramitas, em Parceria com a Child Protection Partnership ( CPP ), do Canadá.
Uma das principais motivações dos idealizadores foram os altos índices de pornografia infantil. Só em 2010, mais de 9 mil casos foram denunciados no mundo e a maior parte deles envolvia perfis no site de relacionamento Orkut. Um dos diferenciais do game é um roteiro voltado para pais e professores, que traz orientações sobre como acompanhar o uso que seus filhos e alunos fazem da Internet.
O jogo está disponível on line, gratuitamente, neste link.
Assista à reportagem do Jornal da Cultura sobre o lançamento do game:
O Instituto Paramitas promove a partir desse mês cursos para educadores. Confira:
O público-alvo é formado de educadores, consultores em educação e tecnologias, coordenadores pedagógicos e gestores que pretendem aprimorar o trabalho com as TIC nas escolas. Há também jornalistas, escritores e outros profissionais que acabam demonstrando interesse, por conta dos temas abordados.
Inscrições abertas!
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul organizou o Manual de Redação - Mídia Inclusiva baseado entre outras fonte na Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência. Para ler e salvar o arquivo clique aqui.
O Ministério da Educação, em parceria com a Unesco e a Fundação Joaquim Nabuco, disponibilizou para download a Coleção Educadores, uma série com 62 livros sobre personalidades da educação. A coleção traz ensaios biográficos sobre 30 pensadores brasileiros, 30 estrangeiros, e dois manifestos: “Pioneiros da Educação Nova”, de 1932, e “Educadores”, de 1959. A escolha dos nomes para compor a coleção foi feita por representantes de instituições educacionais, universidades e Unesco. O critério para a escolha foi reconhecimento histórico e o alcance de suas reflexões e contribuições para o avanço da educação no mundo. No Brasil, o trabalho de pesquisa foi feito por profissionais do Instituto Paulo Freire. No plano internacional, foi traduzida a coleção Penseurs de l’éducation, organizada pelo International Bureau of Education (IBE) da Unesco, em Genebra, que reúne alguns dos maiores pensadores da educação de todos os tempos e culturas.
Para acessar: http://bit.ly/fy7rhp
Fonte: Jornal Opção
"Um dia, Seu Leitão encontra uma caixa mágica que pode replicar qualquer coisa que você ponha nela. Seu Leitão fica tão egoísta, em relação à caixa, e tão desconfiado de qualquer um que queira usá-la, que começa a tomar medidas drásticas. Ele força todo mundo a levar seus itens copiados pra casa em baldes especiais... baldes projetados para proteger, mas que podem não ser tão bons pra ninguém mais...
O Porco e a Caixa é uma fábula moderna que ensina crianças e adultos que, às vezes, sim, é uma boa idéia confiar e compartilhar."
O livro está disponível sob a licença CC-BY-SA 2.5 Canadá. (Creative Commons Atribuição e Compartilhamento sob a mesma licença) Para ver uma cópia dessa licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/ca/
SOBRE O AUTOR
MCM é um programador, escritor e artista
ocasional de Victoria, Canadá. Ele tem duas
filhas pequenas, e ambas gostam de dizer
"Pirulito da Silva", apesar de isso não ter
sentido algum.
SOBRE O TRADUTOR
Alexandre Oliva é desenvolvedor e ativista de
Software Livre. Ele mora em Campinas,
SP, Brasil, com sua esposa e sua filha pequena,
que adora esta história.
Clique aqui para ler e salvar a história
Fonte: REA
A Editora Hedra lançou o Minidicionário da Língua Portuguesa é a primeira obra de referência impressa sob as licenças Creative Commons (CC-BY-NC), permitindo ao leitor reproduzir, distribuir e modificar seu conteúdo, desde que não faça dele uso comercial e mencione sempre o nome do autor.
Com 35 mil verbetes, o dicionário conta ainda com divisão silábica, indicação de pronúncia e grafia dos plurais irregulares, além da maioria dos nomes de grupos e línguas indígenas do Brasil, geralmente não dicionarizados.
O dicionário está disponível para download em pdf aqui.
O Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação (LANTEC) da Faculdade de Educação da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) está oferecendo o curso de capacitação na modalidade extensão sobre a “utilização de objetos de aprendizagem em sala de aula mediatizado pelas tecnologias digitais”. O programa do curso tem como justificativa a carência na divulgação de conhecimentos com relação a utilização de recursos digital denominada objetos de aprendizagem aplicadas na educação. Saiba mais sobre o curso aqui.
O livro de Daniel Munduruku conta a história de um homem sem nome, sem casa, e que tinha uma família composta por um monte de cachorros.
O Homem que Roubava Horas poderia ser qualquer um dos moradores de rua e andarilhos espalhados pelas grandes metrópoles, com uma personalidade tão peculiar que mudou a forma como as pessoas a sua volta se relacionavam com o tempo e com elas mesmas.
Li, recomendo e deixo um pouquinho por aqui:
Tempo de aprender a usar o tempo
Quem tem hora não tem tempo: tempo de olhar o tempo.
Será que vai chover?
Será que as flores já abriram?
Temos tempo pra isso? Não!
Isso ocupa muitas horas.
E esquecemos de marcar nossas vidas no tempo!
Autor: Daniel Munduruku
Ilustrador: Janaina Tokitaka
Editora: Brinque-Book
Compartilho o “buscador” Google Acadêmico que é uma maneira de pesquisar literatura acadêmica: artigos revisados por especialistas, teses, livros resumos e artigos de editoras acadêmicas, organizações profissionais, bibliotecas de pré-publicações, universidades e outras entidades acadêmicas.
Recursos do Google Acadêmico
Como toda pesquisa é preciso ter cautela e selecionar o conteúdo que deseja encontrar.
Em tempos de redes sociais, uso da internet, ou melhor, bom uso da internet acompanhei o Twitter Mix que aconteceu nesse sábado e teve como um dos seus temas: Como as redes sociais podem proporcionar a relação entre gerações?
Com tudo que ouvi e li na twitcam meus pensamentos ficaram borbulando. Primeiro pela possibilidade de acompanhar em tempo real uma ação que aconteceu do outro lado de São Bernardo do Campo-SP, depois por poder tuitar minhas reflexões também em tempo real, depois por encontrar várias pessoas “virtual-tempo real” que concordam com os meus pensamentos, enfim, por interargir com as quase 50 pessoas mais o palestrante do sofá da minha casa.
O uso da TIC e das redes sociais dentro dos espaços de educação formal (formal no sentido de escola pública ou privada onde o aluno está regularmente matriculado em uma série e/ou ano) é uma discusão que enfrenta tabus. De um lado o sistema, que por si só é tradicional e controlador, do outro lado os alunos que estão inseridos na avalanche de informações e que muitas vezes não sabem como fazer bom uso de tudo.
Parte dos profissionais da educação dizem: “Bom era na minha época”. Esquecem que o tempo, a época é hoje, os alunos são os de hoje com suas diferenças, com acesso a informações, com possibilidade de fazer bom uso, ou não, depende do planejamento e da intencionalidade pedagógica do professor.
Por conta das informações em tempo real vindas de várias fontes o professor cria alguns mitos sobre o uso das redes sociais. Não só professor, mas também: os gestores, os supervisores, os secretários, os gerentes e vale citar que “os mitos” estão presentes em outros locais de trabalho,não só na educação. Não é necessário ter medo de utilizar as redes sociais nas escolas. As possibilidades e uso estão em nossas mãos. É possível, por exemplo, configurar a privacidade do facebook para ficar mais seguro na utilização com os alunos. O twitter é uma plataforma de rede social que foi reinventado pelas pessoas como rede social. Já a utilidade cabe, ao educador, planejar uma twitcam entre escolas, é uma boa estratégia.
Boa parte das escolas contam com o laboratório de informática, mas teremos muito trabalho pela frente iniciando pela discussão de que espaços bem equipados e jogos não garatem o bom uso da web. É preciso revisitar o currículo,inserir a discussão da ética nas redes e mudar/focar o olhar para as possibiliddes da aprendizagem colaborativa com o uso do computador na sala de aula.
E como os alunos já estão na escola, são os alunos de hoje, talvez, não será possível aguardar a manisfestação do SISTEMA,ou, justificar a não manisfetação, como já dito: é tradicional e controlador por si só. Probir o uso das redes sociais não é o melhor caminho: não temos o controle do acesso fora dos muros da escola.
Ação Já!
Em tempo…
Essas reflexões são do “meu #TwitterMix”! “Meu” no sentido de minhas reflexões, meus “repensares”, minha vontade de compartilhar por aqui, “meu” acreditar que o ser humano aprende sempre, que não está pronto, que sua melhor forma é a desse exato momento…
Colaboração:
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Para você meu amigo de perto, de longe, virtual, do trabalho, das andanças... Feliz Dia do Amigo! AMIGO É AMIGO E É O QUE É... AMIGO É AMIGO PARA O QUE DER E VIER.